Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Memória / Wilson Simonal

Wilson Simonal de Castro
 26/2/1939 Rio de Janeiro, RJ 
 25/6/2000 Rio de Janeiro, RJ



Iniciou sua carreira profissional atuando em em bailes nos quais cantava, em inglês, rocks e calipsos. Foi crooner do Conjunto Dry Boys e fez parte do Conjunto Os Guaranis.
Em 1961, passou a se apresentar no programa "Os brotos comandam", gravando, em seguida, um compacto simples contendo o cha-cha-cha "Teresinha", de autoria do apresentador do programa, o compositor Carlos Imperial. Ainda nesse ano, apresentou-se em casas noturnas do Rio de Janeiro, como Drink e Top Club, e no Beco das Garrafas, levado por Miéle e Ronaldo Boscoli.
Em 1963, lançou seu primeiro LP, "Tem algo mais", obtendo muito sucesso com a música "Balanço Zona Sul" (Tito Madi).
No ano seguinte, viajou pela América do Sul e América Central com o Bossa Três, liderado pelo pianista Luís Carlos Vinhas. Ainda em 1964, gravou o LP "A nova dimensão do samba", com destaque para as faixas "Lobo Bobo" (Carlos Lyra e Ronaldo Boscoli) e "Nanã" (Moacir Santos).
Em 1965, gravou o LP "Wilson Simonal", destacando-se "Garota moderna" (Evaldo Gouveia e Jair Amorim).
Ainda na década de 1960, lançou os LPs "Vou deixar cair..." (1966), "Wilson Simonal ao vivo" (1967), "Alegria, alegria!!!" (1967), "Alegria, alegria vol. 2 ou Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga" (1968), "Alegria, alegria vol. 3 ou Cada um tem o disco que merece" (1969) e "Alegria, alegria vol. 4 ou Homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira" (1969).
Em 1966 e 1967, comandou o programa "Show em Si Monal", transmitido pela TV Record (SP). Registrou vários sucessos com sua interpretação de músicas como "País tropical" (Jorge Ben), "Mamãe passou açucar em mim", "Meu limão, meu limoeiro" e "Sá Marina" (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) num estilo swingado que se popularizou como "pilantragem".
Em 1969, no encerramento do IV Festival Internacional da Canção, destacou-se por reger um coro formado pela platéia de 15.000 pessoas que lotavam o Maracanãzinho.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dominguinhos: do preconceito da bossa ao reconhecimento da MPB

Sanfoneiro completa 70 anos e é um dos personagens onipresentes na música brasileira
Quando o sertanejo pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989) conquistou o Brasil com “Asa Branca”, em 1947, um menino de seis anos, seu conterrâneo, começou a tocar sanfona na cidade em que nasceu, Garanhuns. Dois anos mais tarde, o pequeno José Domingos de Moraes se apresentou para o futuro “rei do baião” em pessoa - já era músico de rua, tocando pandeiro, e não sanfona.
Aos 13 anos, o menino migrou para Niterói com a família, numa viagem de pau-de-arara que durou 11 dias. Seu pai, mestre Chicão, era conhecido tocador e afinador de foles de oito baixos, e procurou Gonzagão logo na chegada ao Rio. O cantor de “Baião”, “Assum Preto” e “Paraíba” passou logo a apadrinhar o pequeno José, que foi apelidado primeiro de Neném do Acordeon e, mais tarde, de Dominguinhos. A proximidade durou enquanto Luiz Gonzaga viveu, e o parentesco musical se mantém até este ano de aniversário de 70 anos do menino Dominguinhos, completados no último dia 12.
Adoentado após um princípio de infarto e um cateterismo, o aniversariante faltou à própria festa, que aconteceria no dia 13, na casa paulistana de forró Canto da Ema. Convidados especiais de várias gerações, como Elba Ramalho, Oswaldinho do Acordeon, Mariana Aydar e Duani, tiveram de homenagear o aniversariante em sua ausência.
Dois dias antes, Dominguinhos havia falado ao iG por telefone, demonstrando entusiasmo com o aniversário, a festa, as histórias fabulosas do passado, o momento de revalorização da sanfona pelas mãos de músicos jovens, como o pop-roqueiro-emepebista Marcelo Jeneci, e de cineastas, como Sergio Roizenblit, diretor do documentário “O Milagre de Santa Luzia”, recém-editado em DVD.
Falou sobre momentos de baixa e de alta, como a fase de “pau no sanfoneiro” iniciada pela bossa nova e a temporada de intenso sucesso pop resultante das gravações de suas “Eu Só Quero um Xodó” (1973), “Tenho Sede” e “Lamento Sertanejo” (1975) pelo tropicalista baiano Gilberto Gil. Comentou, também, sua nem sempre percebida onipresença na música brasileira pós-anos 70, como músico de estúdio num arco amplo e democrático que vai de Luiz Gonzaga a Gilberto Gil, passando por Gal Costa, Raul Seixas, Odair José, Chico Buarque, Roberto Carlos e duplas caipiras.
Confira a entrevista no Música - iG

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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