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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

terça-feira, 28 de junho de 2011

Especial / Raul Seixas


Raul Seixas faleceu dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. O homem que atraiu seguidores no mundo inteiro, não ficou conhecido apenas pelas boas canções, mas por ter provocado uma revolução no cenário musical.

Quando foi criticado por ter preterido a música popular brasileira em função do “iê iê iê” norte-americano, o cantor mostrou versatilidade e talento ao mesclar elementos da música nordestina como o xaxado e o baião ao rock. Enquanto o sincopado violão da bossa ecoava no Brasil, Raul Seixas montava sua primeira banda, Os Relâmpagos do Rock, que mais tarde passaria a ser chamada de The Panthers e, por fim, Raulzito e os Panteras.
Nem só de samba e bossa nova vivem os filhos da Bahia. Se de um lado o Tropicalismo, encabeçado por Caetano, Bethânia, Gil e Gal, garantiu sucesso aos músicos baianos, de outro, o rock and roll de Raul Seixas conferiu imortalidade ao “maluco beleza”.
Abrindo os shows de Jerry Adriani em turnê pelo Brasil, Raul gravou seu primeiro LP em 1968. Sem grande repercussão no país, ele voltou para Salvador desmotivado com a carreira de músico. Como produtor mal-sucedido, gastou todo o dinheiro na prensagem de seu segundo LP, “Sociedade da Grã Ordem Kavernista apresenta sessão das dez”.
Em 1972, teve duas músicas classificadas no Festival Internacional da Canção, um concurso de música produzido anualmente pela Rede Globo. Raul participou com “Let me sing, let me sing” e “Eu sou eu, Nicuri é o diabo”. Graças à boa repercussão, assinou contrato com a gravadora Philips Phonogram e teve fez seu primeiro sucesso com o compacto “Ouro de tolo”.
Em 1973, lançou o LP “Krig-Ha Bandolo!”, apresentando as primeiras parcerias com o escritor Paulo Coelho. A partir daí, formaram o grupo anarquista Sociedade Alternativa, baseado na doutrina de Aleister Crowley. Na época da ditadura, os dois foram exilados nos Estados Unidos por terem sido considerados subversivos. Durante o exílio, Raul conheceu seus ídolos Elvis Presley, John Lennon e Jerry Lee Lewis.
No ano seguinte, Raulzito voltou ao Brasil em meio ao sucesso do LP “Gita”, que lhe conferiu o disco de ouro por uma das maiores vendagens de sua carreira. Em seguida, lançou “Novo Aeon”, “Há 10 mil anos atrás”, “Raul Rock Seixas” e “O dia em que a terra parou”.
Com a fama, vieram também os problemas de saúde. O consumo excessivo de álcool lhe rendeu uma hepatite, que acabou prejudicando sua carreira. Após a queda de vendagens nos últimos discos e um boicote de gravadoras, estourou novamente em 1978 com a música “Carimbador maluco”, do LP Raul Seixas, parte do especial infantil “Plunct plact zum”, da Rede Globo. Seguiram-se os discos “Metrô linha 743”, “Uah bap lu bap la bein bum” – com seu último grande hit, “Cowboy fora da lei” – e “A pedra do gênesis”, que seria parte de um projeto maior chamado “Opus 666”.
Raul dos Santos Seixas, filho de Raul Varella Seixas e Maria Eugênia Seixas, foi pioneiro na mistura de todo tipo de gênero musical ao rock and roll. Em suas letras, abordava sentimentos humanos, criticava o sistema e viajava no esoterismo e no agnosticismo.
Em 21 de agosto de 1989, dois dias depois do lançamento de “A panela do diabo”, Raul Seixas sofreu um ataque cardíaco fulminante. Após a sua morte, o músico conquistou ainda mais seguidores, e seus registros póstumos tiveram um grande sucesso de vendas, imortalizando o grito “Toca Raul”.
(Fonte / www.mpbfm.com.br)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Especial / Mariana Baltar


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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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