Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 21 de julho de 2012

Campinarte Especial / Amelinha


Amélia Cláudia G. Collares Bucaretchi
 21/7/1950 Fortaleza, CE 

Biografia

Cantora. Compositora. No ano de 1970, mudou-se do Ceará para São Paulo, onde estudou Comunicação.
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Dados Artísticos

Começou de forma amadora, participando de shows de Fagner. Mais tarde, em 1974, passou a aparecer em programas de televisão. No ano seguinte, com Vinicius de Moraes e Toquinho, viajou para Punta del Leste, onde fez temporada com a dupla. Por essa época, Vinicius de Moraes compôs para ela "Ah! quem me dera". Ainda nesta época, fez parte do grupo de compositores nordestinos (...)
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Obras

  • A gia (adaptação)
  • Melão caetano (c/ Ifê e Fausto Nilo)
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Discografia

  • (2004) (Coletânea) Amelinha- 20 supersucessos • Revivendo; • CD
  • (2002) (Participação) Pessoal do Ceará - Ednardo, Amelinha & Belchior • Continental • CD
  • (1999) Só com você • CD
  • (1998) Amelinha • Oasis/Sony Music • CD
  • (1994) Só forró • CD
  • (1987) Amelinha • Continental • LP
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Shows

  • Amelinha. Lona Cultural Hermeto Paschoal. Bangú. RJ,
  • Projeto César Nascimento - Tambô & forró. Espaço Teatro da Lapa - Casa do Umbu, RJ.
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Clips

  • CD "Pessoal do Ceará-Ednardo, Amelinha & Belchior", lançado pela Continental. O disco foi produzido por Robertinho do Recife e reúne sucessos e clássicos dos três artistas. (2002)
  • CD "Amelinha"-20 supersucessos", que reúne sucessos como "Gemedeira", "Mulher nova bonita e carinhosa faz um homem gemer sem sentir dor", "Foi Deus quem fez você", "Romance da lua lua", e "Frevo mulher" entre outros. (2004)
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Bibliografia Crítica

  • CHAVES, Xico e Sylvia Cyntrão. Da Paulicéia à Centopéia Desvairada - As Vanguardas e a MPB. Rio de Janeiro: Elo Editora, 1999.
  • PASCHOAL, Marcio. Pisa na fulô mas não maltrata o carcará. Vida e obra do compositor João do Vale, o poeta do povo. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 2000.
  • PERRONE, Charles A . Letras e letras da música popular brasileira (Trad. De José Luiz Paulo Machado). Rio de Janeiro: Elo Editora e Distribuidora Ltda, 1988.
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Amelinha - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Especial Roberto Ribeiro


Dermeval Miranda Maciel
* 20/7/1940 Campos, RJ
+ 8/1/1996 Rio de Janeiro, RJ

Em 1972, em parceria com a cantora Elza Soares gravou três compactos pela Odeon. Neste mesmo ano, a gravadora, satisfeita com o sucesso dos compactos, lançou o LP "Elza Soares e Roberto Ribeiro".
Em 1973 gravou o LP "Simone et Roberto Ribeiro - Brasil Export 73 Agô Kelofé", lançado pela gravadora Odeon somente para o mercado externo.
No ano de 1975, a Odeon lançou o compacto duplo "Sucessos 4 sambas", no qual Roberto Ribeiro interpretou "Leonel/Leonor" (Wilson Moreira e Neizinho). Ainda neste ano, despontou com os sucessos "Estrela de Madureira" (Acyr Pimentel e Cardoso) e "Proposta amorosa" (Monarco), ambas incluídas no LP "Molejo". A partir daí, sua carreira começou a ser notada pela crítica e pelo público, graças à beleza da sua voz e perfeito timbre para cantar o samba carioca. Um ano depois, lançou dois grandes sucessos nas rádios de todo o Brasil "Tempo É" (Zé Luiz e Nélson Rufino) e "Acreditar" (Ivone Lara e Délcio Carvalho), ambas de seu disco "Arrasta povo".
Em 1977, gravou "Liberdade" (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho) no disco "Poeira pura", pela EMI. No ano posterior, o sucesso de "Todo menino é um rei" (Nélson Rufino e Zé Luiz) o colocou outra vez na lista dos disco mais vendidos. Do mesmo disco, outras músicas também despontaram nas emissoras, como "Amei demais" (Flávio Moreira e Liette de Souza) e "Isso não são horas" (Catoni, Chiquinho e Xangô da Mangueira) e "Meu drama" (Silas de Oliveira e J. Ilarindo), música incluída como tema da novela "Pai Herói", da TV Globo, fazendo um grande sucesso nacional, divulgada também no disco da novela, lançado pela gravadora Som Livre.Em 1979, lançou pela gravadora Odeon o LP "Coisas da vida". Entre as mais tocadas desse disco estavam "Vazio" (Nélson Rufino), conhecida na época como "Está faltando uma coisa em mim", e "Partilha" (Romildo e Sérgio Fonseca). No ano seguinte, gravou em seu disco "Fala meu povo", algumas composições suas, como "Vem", em parceria com Toninho Nascimento. Deste LP, constaram alguns sucessos da época, como "Só chora quem ama" (Wilson Moreira e Nei Lopes) e "Quem lucrou fui eu" (Monarco). Neste mesmo ano, a Fundação Nacional de Arte (Funarte), fez uma tiragem promocional deste disco.Em 1981, lançou o LP "Massa, raça e emoção", com o sucesso "Santa Clara Clareou" (Zé Baiano do Salgueiro).
No ano de 1983, interpretou no LP "Roberto Ribeiro", um sucesso de sua autoria, "Algemas"(c/ Toninho Nascimento). No ano seguinte, gravou outra parceria sua com Toninho Nascimento, "Lágrima morena", em seu disco "De Palmares ao tamborim", lançado pela EMI. Neste mesmo ano participou do disco "Partido alto nota 10", de Aniceto do Império, no qual interpretaram em dueto a faixa "Chega devagar", de autoria de Aniceto do Império.
Em 1985, lançou o LP "Corrente de aço", que contou com a participação de Chico Buarque na faixa "Quem te viu, quem te vê" (Chico Buarque) e de Nei Lopes na música "Malandros maneiros" (Nei Lopes e Zé Luiz).
Gravou o disco "Sorri pra vida" no ano de 1987, obtendo sucesso com a faixa "Ingrata paixão" (Mauro Diniz, Adilson Victor e Ratinho). Um ano depois, lançou "Roberto Ribeiro", disco que contou com a participação especial de Alcione na faixa "Mel pra minha dor" (Nélson Rufino e Avelino Borges) e do Grupo Raça na música "Malandro mais um" (Ronaldinho e Carlos Moraes).
Em 1995, a gravadora EMI-Odeon lançou o CD "O talento de Roberto Ribeiro", no qual compilou 22 sucessos de seus vários discos. Neste mesmo ano, participou do disco-homenagem "Clara Nunes com vida", produzido por Paulo César Pinheiro, no qual interpretou, (com sua voz acrescida posteriormente) em dueto com Clara Nunes "Coisa da antiga", de Wilson Moreira e Nei Lopes.
No ano de 2003, Neguinho da Beija-Flor prestou-lhe homenagem póstuma incluindo a faixa "Recomeçar" no disco "Duetos", lançado pela gravadora Indie Records.
No ano de 2006 Liette de Souza lançou o livro "Roberto Ribeiro 10 anos de saudade", na Sala Baden Powell, no Rio de Janeiro. Na ocasião o grupo Caviúna, formado Luciano Macedo (voz e percussão), Abel Luiz (cavaquinho), Patrick Ângelo (violão de 7 cordas), João Rafael (pandeiro) e Chico Abreu (surdo), prestou homenagem ao compositor com o show homônimo, que contou também com a participação de Alex Ribeiro (filho de Roberto Ribeiro) e ainda de, Ze Luiz do Império e as pastoras do Imperio Serrano.
No ano de 2007 foi lançado em DVD a gravação do programa "Ensaio", que o artista fez no ano de 1991 na TV Cultura de São Paulo, com direção de Fernando Faro. No DVD, além da entevista na qual Roberto Ribeiro fala de sua vida e da carreira, ainra interpretou seus maisores sucessos, entre os quais "Acreditar" (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho), "Amor de verdade" (Flávio Moreira e Liete de Souza), "Todo menino é um rei" (Nélson Rufino e Zé Luiz do Império), além de composições do imperiano Silas de Oliveira: "Meu drama", "Hérois da liberdade" e "Amor aventureiro".
(Saiba mais no site / Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Especial / Elizeth Cardoso



Nasceu na Rua Ceará nº 5, na Estação de São Francisco Xavier, próxima ao morro de Mangueira. Seu pai, Jaime Moreira Cardoso, era seresteiro e tocava violão. Sua mãe, Maria José Pilar, gostava de cantar. A família em geral, principalmente seu Tio Pedro, participava da vida musical da cidade, freqüentando as sociedades dançantes da época, convivendo com grandes músicos em reuniões na casa de Tia Ciata. De uma família de 6 irmãos, além dela, Jaimira, Enedina, Nininha, Diva e Antônio, costumava organizar teatrinhos para a criançada, onde podia cantar o repertório de Vicente Celestino. Nessa época, morou no bairro carioca de Jacarepaguá. Ainda menina, costumava freqüentar a famosa casa de Tia Ciata.Com apenas 5 anos, subiu no palco da antológica Sociedade Familiar Dançante Kananga do Japão e pediu para o pianista acompanhá-la na marchinha "Zizinha". Em 1930, aos dez anos, começou a trabalhar para ajudar a família. Foi balconista, peleteira, saponeteira e cabeleireira. No aniversário de seus 16 anos, a família se reuniu na casa de uma tia da adolescente, a Tia Ivone. Nessa época, sua família morava numa casa de cômodos na Rua do rezende 87, no centro do Rio, onde morava a tia Ivone com seu marido. Para a festa, foram convidados vários amigos músicos: Pixinguinha, Dilermando Reis, Jacob do Bandolim, na época com apenas 18 anos, entre outros. Tio Pedro, o marido de Ivone falou então para Jacob: "Olha aí, Jacob, a minha sobrinha aí, a Elizeth, sabe cantar algumas coisas. Que tal vocês ouvirem e organizarem um acompanhamento para ela?" Meio sem graça, a jovem Elizeth encantou a todos com sua voz. Jacob então a convidou para um teste na Rádio Guanabara, que foi o trampolim para sua carreira.
Declarada namoradeira, em depoimento ao MIS, contou suas proezas amorosas. Mesmo tendo a vigilância constante de Seu Jaime, pai extremamente zeloso com a honra de sua filha, namorou muito, mesmo contra a sua vontade, inclusive o famoso craque de futebol Leônidas da Silva. Por volta de 1938, adotou uma menina, Tereza Carmela, a quem criou como filha por toda a vida. Em 1939, casou-se com Ari Valdez, o Tatuzinho, comediante e músico cavaquinista, com quem teve seu único filho legítimo, Paulo César Valdez. O casamento durou pouco, pois Tatuzinho, segundo ela própria, tinha problemas mentais. Era uma ótima pessoa, mas tinha "um parafuso a menos", segundo o amigo e violonista Luís Bittencourt.
Entre seus grandes romances destacam-se os nomes do maestro Dedé, Evaldo Rui e Paulo Rosa. Costumava fazer suas viagens de trem, pois tinha medo de avião. Frequentadora assídua do Bola Preta, chegou a ser, por vários anos, madrinha do famoso clube carnavalesco do centro da cidade do Rio.
Em 1954, sofreu duro golpe: Evaldo Rui suicidou-se. A imprensa explorou o envolvimento amoroso dela com o compositor, apesar dos familiares de Evaldo insistirem que ela nada teve a ver com o fim inusitado do namorado. No final de 1954, sofreu intervenção cirúrgica, por causa de uma crise de apendicite aguda. Em 1966, viveu uma polêmica com o cantor Cyro Monteiro, que, depois de gravar um LP a seu lado, programou alguns shows que ela não aceitou, por causa dos baixos cachês. O cantor ficou mais magoado quando, na capa do LP, viu que sua foto era menor que a dela. Esse incidente ainda atiçou a rivalidade entre ela e Elis, iniciada com sua participação no programa Bossaudade da Record. Elis acabou recebendo um carão da cantora, quando interveio em favor de Cyro Monteiro: "Se você não quer me respeitar como cantora, não precisa respeitar. Mas exijo que me respeite como mulher. Tenho idade para ser sua mãe."
Em 1969, por causa do sepultamento de sua mãe, não pode receber das mãos do então governador Negrão de Lima, o prêmio Estácio de Sá, em cerimônia na Sala Cecília Meirelles. Recebeu a estatueta oito dias depois, num jantar supervisionado pelo diretor R. C. Albin e promovido pelo MIS em uma churrascaria carioca. Nessa ocasião, foi dado o seu nome ao estúdio do MIS, onde se gravavam os depoimentos para a posteridade. Em 1987, quando estava em uma excursão no Japão, os médicos japoneses diagnosticaram um câncer no estômago, que obrigou a cantora a uma cirurgia. Apesar disso, a doença ainda a acompanharia durante os três últimos anos de vida. A cantora faleceu às 12h28 do dia 7 de maio de 1990, na Clínica Bambina, no bairro carioca de Botafogo. Foi velada no Teatro João Caetano, onde compareceram milhares de fãs. Foi sepultada, ao som de um surdo portelense, no Cemitério da Ordem do Carmo, no bairro carioca do Caju. 

(* 16/7/1920 Rio de Janeiro, RJ / + 7/5/1990 Rio de Janeiro, RJ)
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Especial / João Bosco




João Bosco de Freitas Mucci
* 13/7/1946 Ponte Nova, MG
Ouvi João Bosco pela primeira vez em minha casa, quando estava escolhendo o artista novo, desconhecido, que viria gravar o outro lado do compacto simples do Disco de Bolso. Achava que seria meio impossível encontrar alguém que tivesse fôlego para encarar o artista consagrado do outro lado do disco, Tom Jobim, com Águas de Março, temendo que viesse a jogar o desconhecido numa "gelada". Foi um susto. Qualquer uma das músicas que ele apresentou naquele dia, poderia entrar no disco. Depois de muita conversa e controversia, resolvemos ficar com Agnus Sei, considerando sua parceria com outro craque, Aldir Blanc. Depois do disco pronto, Tom Jobim pediu para ouvir o outro lado. Depois de uma grande pausa, olhou pra mim e disse: Ô Sergio, você está querendo me derrubar! Cobriu o João de elogios. Rimos muito, ainda sem saber que aquele seria um disco histórico, pois lançava Aguas de Março, considerada posteriormente como a música do século e a descoberta de "um tal de João Bosco". 
Não vou me ater à nossa convivência cercada de ótimos momentos, pois seria assunto para um livro. Quero fazer uma análise, isenta, do artista. E digo simplesmente, que se trata de um fenômeno. Sua melodia, seu ritmo, sua harmonia, seu censo de arranjo, ultrapassam os níveis aceitáveis pelos mestres. Seu violão é eletrizante, e suas levadas antológicas por descreverem o ritmo brasileiro "nunca dantes navegados", comprovando a diversidade de nossa rítmica de maneira rica e surpreendente. Sua voz alinhava todo esse universo sonoro com modesta intervenção, dando chance para que os versos ecoem com a mensagem pretendida. Na forma final, ao juntar todos estes valores num palco, é a explosão de um verdadeiro gênio musical da raça. É o Brasil se mostrando forte, ancorado em suas verdadeiras origens, ostensiva e orgulhosamente assumido. Ao ouvi-lo, da gosto de ser brasileiro."
SERGIO RICARDO

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Especial / Simone Guimarães

Simone Vagnini Guimarães
+ 12/7/1966 Santa Rosa de Viterbo, SP
Compositora. Cantora. Instrumentista / Neta do maestro e compositor Antônio Guimarães. Criada em um ambiente musical, aos sete anos de idade ganhou de presente um cavaquinho. Inicialmente autodidata, começou a apresentar-se com o instrumento em eventos escolares e no palco do Teatro de Arena de sua cidade natal. Recebeu durante quatro anos aulas particulares de piano. Aos 15 anos, mudou-se (...)
Em 1990, gravou um clip para a TV Globo do nordeste paulista, interpretando duas músicas de sua autoria: "Gueto à Califórnia" e "Todas as mulheres do mundo".
Dois anos depois, escreveu, em parceria com Paulo Jobim, a trilha sonora de "O canto da Piracema", programa produzido pela TV Globo, premiado com o troféu Libero Badaró. Participou também das trilhas de "Dioguinho" e do Globo Repórter (...)
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terça-feira, 3 de julho de 2012

Especial Compositores / Wilson Batista


Wilson Batista (Wilson Batista de Oliveira), compositor, nasceu em Campos RJ, em 3/7/1913 e faleceu no Rio de Janeiro RJ em 7/7/1968. Filho de um guarda municipal de Campos, ainda menino participou, tocando triângulo, da Lira de Apolo, banda organizada por seu tio, o maestro Ovídio Batista. Ainda na cidade natal, fez parte do Bando , para o qual compunha algumas músicas e, pretendendo aprender o ofício de marceneiro, freqüentou o Instituto de Artes e Ofícios.
No final da década de 1920, transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro. Passou então a freqüentar os cabarés da Lapa e o Bar Esquina do Pecado, na Praça Tiradentes, pontos de encontro de marginais e compositores, tornando-se amigo dos irmãos Meira, malandros famosos da época, cuja amizade lhe valeu várias prisões. A seguir, começou a trabalhar como eletricista e ajudante de contra-regra no Teatro Recreio.

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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