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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Campinarte Especial / Quarteto em Cy

Componentes

Formação original:Cyva
Cynara
Cybele
Cylene


Em outras formações:
Regina Werneck
Cymíramis
Sandra Machado
Sonia Ferreira
Dorinha Tapajós
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Dados Artísticos

Conjunto vocal formado originalmente pelas irmãs Cyva, Cynara, Cybele e Cylene, nascidas em Ibirataia (BA), que se mudaram para o Rio de Janeiro na década de 1960. Nessa cidade, conheceram Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, que deram o nome de Quarteto em Cy ao grupo. O primeiro registro do conjunto foi a participação, com Catulo de Paula, na trilha sonora do filme de Alex (...)
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Discografia

  • (2006) Samba em Cy (Quarteto em Cy) • Fina Flor • CD
  • (2001) Falando de amor pra Vinicius (Quarteto em Cy) • CID • CD
  • (2000) Vinicius de Moraes: A arte do encontro (Quarteto em Cy e MPB-4) • Universal Music • CD
  • (1999) Somos todos iguais (Quarteto em Cy e MPB-4) • Universal • CD
  • (1999) Gil & Caetano em Cy (Quarteto em Cy) • CID • CD
  • (1998) O melhor do Quarteto em Cy (Quarteto em Cy) • CID • CD
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Shows

  • Quarteto em Cy. Bottle's, Rio de Janeiro.
  • Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi, Quarteto em Cy e Oscar Castro Neves. Zum Zum, Rio de Janeiro.
  • O Y no Samba. Teatro Santa Rosa, Rio de Janeiro.
  • Show do Crioulo Doido, de Sérgio Porto. Teatro Toneleros, Rio de Janeiro.
  • O Rio Amanheceu Cantando. Elizeth Cardoso, Quarteto em Cy e MPB-4. Dir. Carlos Machado.
  • Resistindo. Dir. Benjamim Santos. Teatro Fonte da Saudade (RJ) e turnê pelo Brasil.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo: MPB: A história de um século. São Paulo: Funarte/Ed. Atração Ilimitada, 1998.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
  • CASTRO, Ruy: Chega de saudade: a história e as histórias da bossa nova. Sáo Paulo: Companhia das Letras, 1990.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Campinarte Especial / A música e a censura...





A série de programas A música e a censura 
foi produzida pela Rádio Nacional FM de Brasília, 
com produção e edição de Heloísa Fernandes 
e sonoplastia de Gabriel Pinheiro e Marcos Tavares.

domingo, 12 de maio de 2013

Campinarte, tangos e outras delícias

Não se trata de nenhuma novidade e sim de algo que há muito se fazia necessário para deleite dos seguidores do blog Rádio Campinarte, aqueles que acompanham o nosso trabalho.
Pra falar a verdade, ainda faltam muitas lacunas que precisam ser preenchidas, mas aos poucos, com certeza, chegaremos lá.
Essa nova postagem apresenta uma seqüência que vai balançar literalmente o seu coração, além do Tango, escolhemos também, o Bolero, o Chá, Chá, Chá e a Rumba. Se não vejamos: 
O Tango por que... A temática é freqüentemente ligada à vida boêmia, com menção ao vinho, aos amores proibidos e às corridas de cavalos. As orquestras compunham-se inicialmente de bandolim, bandurra e violões. Com a incorporação do acordeão, a que seguiram a flauta e o bandoneom, o tango assumiu sua expressão definitiva. Dos subúrbios chegou ao centro de Buenos Aires, por volta de 1900. As primeiras composições assinadas surgiram na década de 1910, no período conhecido como da Guardia Vieja (Velha Guarda)...
(Na seqüência - Por una Cabeza, Mano a Mano, La Cumparsita)
 
O Bolero por que... Como em outros ritmos, sua origem não está muito clara. Mas a versão mais contada é que nasceu na Espanha (e não na Inglaterra ou França), onde formou suas características mais marcantes, passou pela França, até finalmente chegar à Cuba. Popularmente diz-se que o Bolero é uma espécie de avô de outros ritmos como o chá-chá-chá, salsa e mambo. Uma das danças mais românticas conhecidas, o bolero inspira amor e paixões proibidas. O bailarino Sebastian Cerezo foi quem popularizou o ritmo a partir das Sequildillas, bailados de cigana, cujos vestidos eram ornados com pequenas bolas, as “boleras”, que deu origem ao nome. No Brasil, o Bolero sofreu influência do Tango e agregou giros, caminhadas, cruzadas e outras variações tornando a dança mais atraente, criando o Bolero Carioca. A base da dança é o famoso “dois pra lá, dois pra cá”, mas sofre algumas variações dependendo do local. Em São Paulo, por exemplo, há quem ensine um pra lá, dois pra cá. Apesar de o Bolero ser um ritmo que influenciou outros mais modernos, ele não perde seu público. Pelo contrário, os amantes do Bolero são fiéis e muitos, românticos incorrigíveis.
(Na seqüência - Solamente Una Vez, Bésame Mucho, La Barca,) 
O Chá, Chá, Chá por que... É um estilo de dança latino-americano derivado da rumba, do mambo e do danzon cubano.
Na dança de salão é popularmente chamado por cha-cha. Inspirado no som dos pés dos dançarinos ao arrastá-los pelo chão, esse estilo acabou tornando-se independente, com características próprias de música e dança. Popularizou-se no mundo com as formações das Big Bands, onde havia claro predomínio de instrumentos de sopro.
O Cha cha existe hoje ainda no mundo de competição, da ballroom dance, e praticamente só nesse ambiente ele resiste enquanto dança. É uma música muito boa para se fazer coreografias para show.
(Na seqüência - Ritmando El Cha Cha Cha, Rico Vacilon, Babalu)
 
E a Rumba por que... O ritmo envolvente afro-cubano da rumba tem como característica marcante o canto e a percussão, além (é claro), da dança fascinante. A música ainda é muito forte em Havana, capital cubana, e também nas zonas rurais, sobretudo, entre os afro-descendentes. Reza à lenda que no final do século XIX, com a abolição da escravatura, os escravos libertos migraram para as periferias das cidades a procura de trabalho. O que possibilitou uma mistura de seus costumes com os costumes dos brancos locais de origem hispânica. A partir dessa mistura, teria se originado uma festa profana, denominada rumba.
Apresentando um caráter hibrido, por ter absorvido características de muitas culturas distintas da identidade cubana, a rumba é um verdadeiro mosaico cultural de diferentes gêneros de música e dança africana e caribenha. Suas primeiras manifestações surgiram no Congo (África), mas foi em Cuba, trazida por escravos, que o ritmo se consolidou, se tornando um dos mais importantes da música latino-americana.
(Na seqüência - No Se, No Se, La Rumbera, Rumbera de Seda)

terça-feira, 7 de maio de 2013

Campinarte Especial / Tamba Trio

 

Componentes

(1962-1964):
Luiz Eça
Bebeto Castilho
Hélcio Milito

(1964-1966):
Luiz Eça
Bebeto Castilho
Rubens Ohana
(1967/1968):
Luiz Eça
Bebeto Castilho
Rubens Ohana
Dório Ferreira
(1969):
Laercio de Freitas
Bebeto Castilho
Rubens Ohana
Dório Ferreira
(1974/1975 (...)
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Dados Artísticos

Conjunto instrumental formado originalmente por Luiz Eça (piano, vocal e arranjos), Bebeto Castilho (contrabaixo, flauta, sax e vocal) e Hélcio Milito (bateria, percussão e vocal). O grupo começou a tomar forma ainda acompanhando a cantora Maysa e depois a cantora Leny Andrade numa temporada na boate Manhattan, atuando ao lado de Luiz Carlos Vinhas (piano) e Roberto Menescal (violão). (...)
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Discografia

  • (1997) Tamba Trio. Série Classics • PolyGram • CD
  • (1996) Tamba Trio. Série Aplauso • BMG/RCA • CD
  • (1982) Tamba Trio • RCA • LP
  • (1975) Tamba Trio • RCA • LP
  • (1974) Tamba Trio • RCA • LP
  • (1969) Tamba 4 • Orfeon México • LP
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Shows

  • Tamba Trio e Quinteto Villa-Lobos. Teatro da Praia, Rio de Janeiro.
  • 5 na bossa. Com Nara Leão e Edu Lobo. Teatro Paramount, São Paulo.
  • Tamba Trio. London House, Nova York, EUA.
  • Tamba Trio. Comemoração de 20 anos de carreira. Sala Cecília Meireles, Rio de Janeiro.
  • Tamba Trio. Apresentação para os reis da Suécia, Estocolmo.
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Bibliografia Crítica

  • CAMPOS, Augusto de. O balanço da bossa.
  • CASTILHO, Carlos Eduardo. A obra de Johnny Alf e a origem da bossa nova. Dissertação de mestrado.
  • FREIRE, Lula. Bossa nova, som e imagem.
  • MELO, Zuza Homem de. Música popular brasileira.
  • TÁVOLA, Artur da.40 Anos de bossa nova.
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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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