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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 27 de setembro de 2014

Memória / Francisco Alves

O Rei da Voz - O que o Blog Rádio Campinarte está fazendo é muito pouco por quem fez tanto pela música brasileira. Francisco Alves um dos mais importantes nomes não só pela voz ou pelas composições, mas também por ter sido responsável pelo lançamento de muitos e muitos nomes (que a partir daí) passavam a ter visibilidade e o reconhecimento do público. Um dos maiores descobridores de talentos da história da música popular brasileira.


Francisco Alves por João Máximo / Foi o mais influente cantor brasileiro da primeira

metade do século. De sua estréia sob uma lona de circo em 1918 até sua morte trágica em 1952, foram 34 anos de primeiro plano, de sucesso, de impressionante presença, arrastando em sua carreira inúmeros seguidores, quando não imitadores. Como a quase totalidade dos barítonos e tenores anteriores à gravação elétrica – que, aliás, coube a ele inaugurar em 1927 –, guiou-se pela escola do bel-canto, mais afinada pelos padrões da ópera clássica do que por um cantar brasileiro ainda em formação: para que suas vozes fossem registradas pelo primitivo sistema mecânico de registro fonográfico, de microfones pouco sensíveis, tenores e barítonos valiam-se mais da potência do que de outros recursos. Numa palavra, “gritavam” mais que “cantavam”. Francisco Alves jamais se livraria de todo desse estilo semi-operístico, mas se tornaria mais natural a partir da gravação elétrica e, principalmente, de seus duetos em disco (24 ao todo) com Mário Reis, este, sim, um cantor já brasileiro, na emissão de voz, na naturalidade e na pronúncia. Essas diferenças entre Francisco Alves e Mário Reis, anotadas por vários estudiosos da música popular, já eram ressaltadas por Mário de Andrade no ensaio “A pronúncia cantada e o problema do nasal brasileiro através dos discos”, de 1938. Sendo assim, a que se deve a importância do chamado Rei da Voz? Qual o porquê de sua influência sobre seus pares? Primeiramente, à sua musicalidade, ao seu faro para descobrir canções destinadas ao sucesso. Entre elas, os sambas de compositores desconhecidos, pedras brutas dos morros cariocas (Ismael Silva, Cartola, Bide, Marçal, Brancura, Gradim), que o intérprete lapidou com sua voz. É verdade que resultou disso um produto híbrido, o samba espontâneo dos morros vestidos pelo artificialismo do cantor. Mas uma hibridez de grande agrado popular e que, entre outras coisas, tirou aqueles sambistas do anonimato. Em seguida, e até o fim da vida, o cantor seguiu perseguindo o sucesso (ou o sucesso a ele). Música de carnaval, sambas-canções de meio de ano, as exaltações de Ary Barroso, as incontáveis versões, de tudo um pouco, num repertório de mais quantidade que qualidade.
Em seu tempo, ninguém gravou tanto. Já o Francisco Alves compositor está a merecer um estudo mais atento. Se é verdade que comprava sambas daquelas pedras brutas, tornando-se seu parceiro, não há como negar que, com sua musicalidade, ele próprio era capaz de compor lindas melodias, do que são exemplos as valsas serenatas com letras de Orestes Barbosa.

Campinarte de Volta no Tempo / Renato e Seus Blue Caps

Renato Barros (Renato Cosme Vieira de Barros - 27/9/1943 - Rio de Janeiro, RJ): guitarra e vocal
Ed Wilson (Edson Vieira de Barros - 29/7/1945 - Rio de Janeiro, RJ): vocal
Carlinhos: guitarra ritmica e vocal
Tony: bateria
Cid: sax-tenor
Paulo César (Paulo César Barros): baixo
Banda de rock formada no subúrbio carioca de Piedade, no início dos anos 1960 por três irmãos: Renato, Edson e Paulo César Barros. Inicialmente o grupo se chamou "Bacaninhas do rock da Piedade". O nome foi trocado para Renato e Seus Blue Caps por sugestão de Jair de Talmaturgo, em cujo programa "Os melhores do mês", na rádio Mayrink Veiga se apresentaram e venceram um concurso de calouros. Como prêmio, foram convidados a se apresentar no programa do Chacrinha na TV Tupi no Rio de Janeiro. A seguir foram convidados para se apresentar no programa de Carlos Imperial, "Os brotos comandam", na TV Rio e na Rádio Guanabara.
Em 1960 estrearam em disco acompanhando o grupo vocal "Os Adolescentes" pela gravadora Ciclone, com as músicas "A tristeza" e "Garota fenomenal". Passaram em seguida a se apresentar com regularidade no programa de TV "Domingueira do rock", de Jair de Talmaturgo. Em 1961, o vocalista Edson Barros deixou o grupo para seguir carreira solo a convite de Carlos Imperial, adotando o nome artístico de Ed Wilson. Por curto período, Erasmo Carlos assumiu os vocais. No ano seguinte, gravaram seu primeiro LP, "Twist com Renato e seus Blue Caps", contando com as participações vocais de Reynaldo Rayol em cinco faixas e Cleide Alves em quatro. O disco no entanto, teve pouca repercussão.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Dia do Rádio, Comemoração, Origem Dia do Rádio

No dia 25 de setembro, data do nascimento de Roquete Pinto - o "Pai do Rádio Brasileiro" -, comemora-se o Dia do Rádio.

Em 1923, Roquete fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Era uma fase experimental do veículo, sem grandes avanços tecnológicos.
Dia do Rádio
A primeira transmissão radiofônica em terras brasileiras, no entanto, já havia ocorrido no ano anterior, mais precisamente em 7 de setembro de 1922, na comemoração do centenário da independência brasileira. Na ocasião, uma estação de rádio foi instalada no Corcovado, no Rio de Janeiro, para a veiculação de músicas e do discurso do então presidente Epitácio Pessoa.
De lá para cá, muita coisa mudou: das interferências e ruídos dos primeiros aparelhos de rádio (pesados, enormes e à válvula) aos pequenos, leves e modernos rádios de transistores. A década de 1950 foi marcada pela consolidação do veículo como meio de comunicação. Em 1968, surgiram as primeiras emissoras de freqüência modulada (FM).
O inventor do rádio foi o italiano Guglielmo Marconi, que criou o seu "telégrafo sem fio", um modelo inicial que se desenvolveu até o sistema que conhecemos hoje. Em 1896, Marconi demonstrou a eficiência de seu aparelho numa transmissão na Inglaterra, do terraço do English Telegraphy Office para a colina de Salisbury. Ganhou do governo da Itália uma patente pela sua criação.
A história também cogita que um padre brasileiro, Roberto Landell de Moura, tivesse sido o inventor do rádio. Em 1894, Roberto havia desenvolvido aparelho semelhante e efetuado a emissão e recepção de sinais a uma distância de oito quilômetros, do bairro de Santana para os altos da avenida Paulista, em São Paulo.
Fanáticos religiosos, contudo, cientes de que o padre brasileiro tinha pactos com o demônio, destruíram seu aparelho e suas anotações, o que atrasou o reconhecimento de sua criação pelas autoridades científicas. Só em 1900 Roberto conseguiu fazer uma demonstração pública de seu invento.

Roquete Pinto (1884-1954)

Dia do Rádio
Roquete Pinto (à direita), ao lado do compositor Pixinguinha. A radiodifusão no Brasil está associada ao nome do carioca Edgard Roquete Pinto.
Médico, antropólogo, poeta e professor, Roquete Pinto dedicou a vida à radiodifusão, tanto do ponto de vista técnico quanto no que dizia respeito à programação radiofônica.
Nascido em 25 de setembro de 1884, foi criado numa fazenda em Minas Gerais até os dez anos, retornando então com os pais ao Rio de Janeiro. Em 1912, já formado em Medicina, passou a acompanhar o sertanista Cândido Rondon em excursões ao Mato Grosso, com o objetivo e o prazer de desvendar a cultura interiorana brasileira.
O ano decisivo na vida de Roquete Pinto foi 1922. Naquele ano comemorou-se o primeiro centenário da Independência do Brasil. O Rio de Janeiro, antiga capital federal, abrigou uma grande feira internacional e recebeu a visita de empresários americanos que queriam demonstrar os avanços da radiodifusão, o grande destaque da época nos Estados Unidos.
Para demonstrar o funcionamento do novo veículo de comunicação, os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado, onde hoje se encontra a estátua do Cristo Redentor. A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa, que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo, onde foram instalados aparelhos receptores.
A reação de Roquete Pinto àquela "sucessão de maravilhas" foi: "Eis uma máquina importante para educar nosso povo".

A primeira emissora radiofônica

Após a experiência da primeira transmissão radiofônica no Brasil, em 1922, Roquete Pinto tentou, sem sucesso, convencer o governo federal a comprar todos os equipamentos apresentados pelos norte-americanos na Feira Internacional realizada no Rio de Janeiro.
Felizmente para as comunicações em nosso país, Roquete Pinto não desistiu e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciências a fazê-lo. Estavam criadas as condições que fizeram surgir a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada em 1923 e comandada por Roquete Pinto.
Naqueles tempos, para ser um ouvinte era preciso cadastrar-se junto à emissora, adquirindo um equipamento para ouvir a programação em casa.

Roquete Pinto vence a batalha contra a censura

Em 1936, os aparelhos de rádio já podiam ser comprados em lojas especializadas. Nesse mesmo ano, a Sociedade Rádio do Rio de Janeiro foi doada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), cujo titular de então era Gustavo Capanema. Este comunicou que a antiga Rádio Sociedade seria incorporada ao temido Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão responsável pela censura durante o Estado Novo do presidente Getúlio Vargas.
Roquete Pinto não só ficou indignado com a proposta de incorporação ao DIP como exigiu a autonomia da emissora, com o objetivo de preservar a sua função essencialmente educativa. Roquete Pinto ganhou a disputa e até hoje a rádio MEC mantém o mesmo ideário.
Consta que ao se despedir do comando da emissora que fundara, sussurrou chorando ao ouvido da filha Beatriz: "Entrego esta rádio com a mesma emoção com que se casa uma filha".
O precursor da radiodifusão no Brasil foi também membro da Academia Brasileira de Letras e um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro.
Não acumulou riqueza. Gostava de fazer piqueniques com a família em um terreno adquirido na Barra da Tijuca e de escrever alguns pensamentos, como a definição que se segue a respeito do veículo de comunicação pelo qual tanto fez: "O rádio é o jornal de quem não sabe ler, é o mestre de quem não pode ir à escola, é o divertimento gratuito do pobre".
Roquete Pinto faleceu em 18 de outubro de 1954.

Nas ondas do rádio

A estimativa mais conservadora dá conta de que pelo menos 95 milhões de brasileiros ouvem rádio diariamente, 90,2% dos domicílios possuem rádio, o que equivale a 38 milhões e 400 mil casas com aparelhos de rádio. Enquanto o Ministério das Comunicações divulga o registro de 3.232 emissoras de radiodifusão na atualidade, mais de 20 milhões de automóveis da frota brasileira estão sintonizados no veículo de comunicação que um dia deslumbrou Edgard Roquete Pinto, o precursor da radiodifusão no Brasil.
Aquilo não era um banheiro, e sim um laboratório, declarou à revista ISTOÉ a neta de Roquete Pinto, Vera. Ela se referia ao banheiro do apartamento do avô, no bairro carioca de Copacabana, onde ficavam amontadas, em prateleiras, as engenhocas de Roquete Pinto, tais como peças de rádio desmontadas, misturas químicas guardadas em garrafas, ferramentas, além de centenas de livros cobertos de poeira.
No dia 21 de setembro comemora-se o Dia Nacional da Radiodifusão.
Fonte: www.aticaeducacional.com.br

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Especial / Cris Delanno


HOME
Cristiane Silva de Britto 18/9/1969 Texas, EUA
Brasileira, nascida no Texas, começou a cantar aos cinco anos no Coral Infantil do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Passou a cantar em casas noturnas, bailes, participou de gravações de singles e atuou como backing vocal para vários artistas. Sua primeira gravação solo foi no CD Ditos e feitos de Roberto Menescal. Em 2001 lançou o CD "Filha da Pátria". Em 200 gravou "Caminhos Cruzados- Cris Delanno canta Newton Mendonça". Site Oficial: http://www.crisdelanno.com/


Encontro Marcado
De: Altay Veloso e Paulo C. Feital
Canta: Cris Delanno

Quando te vi pela primeira vez
Morria o rei dos reis
Na crucificação
Te olhei, nas ruas de jerusalém
Desde esse dia sou refém
Desse teu coração
Quando te vi
Pela segunda vez
Falavamos frances
Era revolução
Paris,"a lonsanfan de la patri"
Meu pai morria por luíz
E o meu por danton

Nós temos encontro marcado
Nessa evolução
Nosso destino foi traçado
Na mesma direção

Te reencontrei entre os judeus
Foi em berlim, era um vagão de trem
Pela terceira vez
Cruzamos nosso olhar
Foi lindo te abraçar
Não lamentei morrer em teu lugar

Hoje afinal nas terras de cabral
Te encontro num sinal
Há meu grande amor
Me dê um forte abraço,
Amor e vem
Fique em meus braços
Parar sempre, sempre, sempre
Amém
 
Cantora/ Começou a cantar aos cinco anos de idade, como solista do Coral Infantil do Teatro Municipal (RJ), participando de óperas como "La Bohéme" e "Carmen". Ainda na infância, estudou balé, flauta, piano e teoria musical. Mais tarde, recebeu aulas de técnica vocal, harmonia funcional, improvisação musical e teatro.
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Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística atuando como cantora em casas noturnas, bailes, gravação de jingles para campanhas publicitárias e como vocalista de vários artistas.

Sua primeira gravação em estúdio foi como intérprete convidada no CD "Ditos e feitos", de Roberto Menescal.

Mais tarde, atuou em outras gravações, (...)

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Discografia

  • (2006) Cris Delanno (Cris Delanno) • DeckDisc • CD
  • (2003) Eu e Cris (Roberto Menescal e Cris Delanno) • Albatroz • CD • CD
  • (2002) Caminhos cruzados - Cris Delano canta Newton Mendonça (Cris Delanno) • Albatroz/Ilha Verde/Ouver Records • CD
  • (2001) Filha da pátria (Cris Delanno) • Independente • CD
  • (2000) Cris em Tom maior (Cris Delanno) • Albatroz/Eldorado • CD
  • (2000) Grandes canções, clássicos do cinema (Cris Delanno) • Albatroz/Eldorado • CD
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Shows

  • Chris Delanno. Projeto “Bossa, jazz e muito mais” – Vizta, Rio de Janeiro (2013)
  • Roberto Menescal e Cris Delanno. Um banquinho, um violão e uma franjinha (homenagem a Nara Leão) - Teatro Teatro R. Magalhães Jr. da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro. (2012)
  • Cem Anos de Copacabana. Projeto Aquarius, Rio de Janeiro.
  • Diz Que Fui Por Aí. Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
  • Nara, Uma Senhora Opinião. Teatro Ginástico e Teatro de Arena, Rio de Janeiro.
  • Projeto Novo Canto. Cris Delanno e Roberto Menescal. Teatro Sesc/Tijuca, Rio de Janeiro.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

DE VOLTA NO TEMPO / MODINHAS DO TEMPO DO IMPÉRIO





Campinarte Memória / A música de Lupicínio Rodrigues


Lupicínio Rodrigues
16/9/1914 Porto Alegre, RS / 27/8/1974 Porto Alegre, RS
 

http://www.verbo21.com.br/v6/images/mar2013/ensaio%20sidney%20schneider%20mar%2013.jpg


Compositor. Cantor / Nasceu no bairro portoalegrense da Ilhota, na Travessa Batista, nº 97. Primeiro filho homem do casal Francisco Rodrigues e Dona Abigail, que tiveram ao todo 18 filhos. O pai, um funcionário da Escola de Comércio, atualmente Faculdade de Economia, batizou o filho com o nome de um herói da Grande Guerra: Lupicínio. Apesar de pobre, passou (...) [Saiba Mais]    

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira de compositor fazendo marchinhas para os blocos carnavalescos de sua cidade natal. Em 1930, venceu um concurso com a marchinha intitulada "Carnaval", que compusera três anos antes, e que foi executada pelo Cordão Carnavalesco Prediletos. Um ano depois, venceria outro concurso com a mesma música, executada agora pelo Rancho Seco. Em 1932, podia ser encontrado (...) [Saiba Mais]    

Obras

  • A dança do sapo
  • A lua
  • Amigo ciúme (c/ Onofre Pontes)
  • Amor é um só
  • Aposta (c/ Rubens Santos)
  • Aquele molambo (c/ Rubens Santos) [Saiba Mais]    

Discografia

  • (1978) Homenagem a Lupicínio Rodrigues • Som Livre • LP
  • (1974) Lupicínio Rodrigues • SOM solp • LP
  • (1974) Lupicínio Rodrigues • Philips • LP
  • (1973) Dor de cotovelo • Rosicler/Chantecler • LP
  • (1956) Roteiro de um boêmio • Copacabana • LP
  • (1953) O morro está de luto/Tola • Copacabana • 78 [Saiba Mais]    

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB - A História de nossa música popular de sua origem até hoje. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • DIAS, Rosa M. "Lupicínio e a dor-de-cotovelo". Leviatã, 1994.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • RODRIGUES, Lupicínio. "Foi assim - o cronista Lupicínio conta as histórias das suas músicas", organizada por Lupicínio Rodrigues Filho. Porto Alegre: L&PM, 1995.
[Saiba Mais]

Crítica

Vinícius de Moraes emitiu uma verdade cristalina sobre os poetas e o ato poético: “todo poeta só é grande se sofrer” (versos de “Eu não Existo sem Você”, 1957). Nesse contexto, Lupicínio Rodrigues terá sido o maior dentre todos os poetas do cancioneiro. Porque ninguém exibiu – com tal opulência – (...) [Saiba Mais] 

domingo, 14 de setembro de 2014

Dicas e Fatos do Samba / Arlindo Cruz

Arlindo Domingos da Cruz Filho
14/9/1958 Rio de Janeiro, RJ
Cantor. Compositor. Instrumentista.

Criado em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro.
O pai foi músico amador e recebia em casa vários compositores em sua roda de samba, entre os quais Candeia.
Irmão do também compositor Acyr Marques, que vem a ser pai da cantora Débora Cruz.
Na década de 1980 organizava o Pagode do Arlindo (...)

Dados Artísticos

Conhecido também como Arlindinho, começou a carreira artística em 1975, tocando cavaquinho na gravação do disco "Roda de samba", de Candeia.
No final dos anos 70, freqüentando as rodas de samba do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos, conheceu Sombrinha, Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Beto Sem Braço, e desenvolveu a arte de versejar. Nesta época, (...)

Obras

  • A carrocinha (c/ Sombrinha)
  • A sete chaves (c/ Franco e Marquinho PQD)
  • A Vila canta o Brasil celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um... (c/ Martinho da Vila, André Diniz, Tunico da Vila e Leonel)
  • Ai que saudade do meu amor (c/ Zeca Pagodinho)
  • Ainda é tempo de ser feliz (c/ Sombra e Sombrinha)
  • Além da razão (c/ Sombra e Luiz Carlos da Vila)

Campinarte Especial / Marcos Valle


Marcos Kostenbader Valle
 14/9/1943 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Compositor. Cantor. Instrumentista. Arranjador / Irmão do letrista Paulo Sérgio Valle e primo do compositor Pingarilho. Começou a estudar piano clássico aos seis anos de idade. Formou-se em piano e teoria musical em 1956, pelo Conservatório Haydée Lázaro Brandt. Em seguida, estudou acordeom e, mais tarde, violão, passando a frequentar (...)
[Saiba Mais]

Dados Artísticos

Considerado como um dos integrantes da segunda geração da bossa nova, iniciou sua carreira artística em 1961 integrando um trio, juntamente com Edu Lobo e Dori Caymmi. Nessa época, começou a compor suas primeiras músicas em parceria com o irmão Paulo Sérgio Valle. O trabalho da dupla foi registrado, pela primeira vez, em 1963, com a gravação (...) [Saiba Mais]

Obras

  • A Paraíba não é Chicago (c/ Paulo Sérgio Valle, Laudir de Oliveira, Leon Ware e Peter Cetera)
  • A resposta (c/ Paulo Sérgio Valle)
  • A vontade de rever você (Rocking you)
  • Abandono (Abandon)
  • Acidente
  • Adam's hotel
[Saiba Mais]

Discografia

  • (2013) Ao vivo (Marcos Valle e Stacey Kent) – CD
  • (2009) Página Central – Marcos Valle e Celso Fonseca • Biscoito Fino • CD
  • (2008) Os Bossa Nova • Biscoito Fino • CD
  • (2005) Jet-Samba • Dubas/Universal • CD
  • (2003) Live in Montreal • Rob Digital • CD
  • (2001) Bossa entre amigos. Wanda Sá, Roberto Menescal e Marcos Valle • Albatroz • CD
[Saiba Mais]

Shows

  • Marcos Valle – Miranda, Rio de Janeiro (2013)
  • Marcos Valle e Stacey Kent - Via Sul Shopping, Fortaleza (2012)
  • Marcos Valle e Stacey Kent - Bourbon Street, São Paulo (2012)
  • Marcos Valle e Stacey Kent - Miranda, Rio de Janeiro (2012)
  • Marcos Valle e Casuarina. Projeto “A Bossa do Samba” – Oi Futuro, Rio de Janeiro. (2011)
  • Marcos Valle. Circuito Blue Note, Japão. (2010) [Saiba Mais]

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. [Saiba Mais] 
Marcos Valle - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Dia do Frevo



Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo. A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo. 
Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando. 
Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados. 
Os dançarinos de frevo encantam com sua técnica e improvisação, sendo que esta última é bastante utilizada. Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam. 
Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado. Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção.

Campinarte Memória / Amy Winehouse

Amy Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983 — Londres, 23 de julho de 2011) foi uma cantora e compositora britânica conhecida por seu poderoso e profundo contralto vocal e sua mistura eclética de gêneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B. Ingressou na carreira musical ainda na adolescência, apresentando-se em pequenos clubes de jazz em Londres. No fim de 1999, assinou o seu primeiro contrato com uma editora discográfica, a EMI Music, mas após ter sido descoberta por Darcus Breeze em 2001 assinou contrato com a Island Records. 
A sua primeira aparência no cenário musical britânico foi em 2003, com o seu álbum de estreia Frank. O disco foi bem recebido pela crítica especialista, mas, inicialmente, não obteve sucesso comercial e gerou quatro singles, todos sem êxito. Foi em 2006, com o lançamento do seu segundo álbum de estúdio Back to Black, que Amy Winehouse ganhou proeminência como uma artista. Este obteve um bom desempenho comercial e alcançou as posições mais elevadas no ranking internacional, tendo atingido o número um em dezoito países, incluindo Reino Unido, Áustria, Alemanha, Dinamarca e Irlanda, enquanto nos Estados Unidos chegou à sua posição máxima no número dois. Deste trabalho foram retirados seis singles, sendo "Rehab" o mais bem-sucedido. Back to Black vendeu seis milhões de cópias e foi o segundo disco mais vendido de 2007. No ano seguinte, o álbum foi indicado em seis categorias à 50.ª edição dos Grammy Awards das quais venceu cinco, o que fez de Winehouse a artista feminina britânica que mais foi premiada em apenas uma edição da premiação. Além disso, as suas conquistas incluem três prêmios Ivor Novello Awards, dois ECHO Awards, um total de seis Grammy Awards, entre outros.
Considerada a desencadeadora da nova invasão britânica, Amy Winehouse é denominada como Nova Rainha do Soul pela crítica especialista. Ela é citada como influência musical por várias cantoras, incluindo Adele, Duffy, Rumer e Lady Gaga, e foi a intérprete que mais vendeu a nível digital no Reino Unido em 2007, sendo posicionada no número dez na Lista dos Ricos do jornal inglês Sunday Times, com uma renda total de dez milhões de libras. Foi, ainda, eleita a segunda maior heroína dos britânicos pelo canal de televisão Sky News, com base em uma pesquisa realizada entre pessoas com menos de 25 anos de idade, em 2008, atrás apenas da princesa Diana.
No entanto, apesar de bem-sucedida a sua carreira foi muitas vezes ofuscada por seus problemas pessoais, principalmente pelo seu casamento conturbado com o ex-assistente de vídeo Blake Fielder-Civil, uma vez que as brigas do casal foram diariamente comentadas pela imprensa. Além disso, o seu envolvimento com álcool e drogas e a sua luta para superá-lo também prejudicou a sua imagem pública.
Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres, em 23 de julho de 2011. A causa da morte foi intoxicação por álcool. Após o falecimento da cantora, Back to Black tornou-se o disco mais vendido do século XXI no Reino Unido. Também em 2011, foi lançada a compilação póstuma Lioness: Hidden Treasures, que recebeu críticas positivas da mídia especializada e teve um desempenho comercial favorável. Nesse mesmo ano, o jornal sueco Metro International concedeu à cantora o título de Celebridade do Ano, enquanto o canal VH1 colocou-a na 26.ª posição em sua lista das 100 Grandes Mulheres na Música, em 2012.

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

Rádio MEC AM

CONTOS NO RÁDIO