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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dicas e Fatos do Samba / David do Pandeiro

David de Araújo
Rio de Janeiro, RJ




Músico. Compositor. Pandeirista. Cantor. Nasceu no subúrbio carioca de Bento
Ribeiro, onde frequentava, desde criança, a Escola de Samba Paz e Amor e ainda,
as de bairros próximo, como Madureira e Oswaldo Cruz, escola como Império
Serrano e Portela.
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Dados Artísticos

Integrou a Velha-Guarda da Portela como cantor, compositor e músico, com a
qual excursionou por vários estados brasileiros e países da Europa e América do
Sul. No ano 2000 Marisa Monte, cantora e compositora, filha de Carlos Monte, um
dos ex-diretores da Escola de Samba Portela, produziu o CD "Tudo azul", da
Velha-Guarda da Portela. Neste CD, lançado pelo Selo Phonomotor (...)


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Obras


Vai saudade (c/ Candeia)
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Discografia

() (2000) Tudo azul . Selo Phonomotor e EMI/Music . CD
() (2000) Doce recordação . Velha-Guarda da Portela . Nikita Music . CD
() (2000) Casa de Samba 4 . (vários) . Universal Music . CD
() (2001) Casquinha da Portela . (participação) Lua Discos . CD
() (2002) Deixa a vida me levar (Zeca Pagodinho) . (participação) -
Universal Music . CD
() (2002) A Música de Paulinho da Viola (participação) Deck Disc .
CD


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David do Pandeiro - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O que há de melhor pelas comunidades / Jorge Ferreira

Compositor, nasceu no bairro de Coelho Neto, Rio de Janeiro (RJ), no dia 19/11/1950.
Casado, 3 filhos e 1 neto.
Aposentado como Auxiliar de Estatística.
Compõe desde os seus 14 anos, nessa época morava no bairro de Quintino (Zona Norte do Rio).
Em 1980, ingressou na ala de compositores do G.R.B.C. Bacanas da Piedade.
Em 1982, de parceria com Hamilton Cobra Morta, compôs o samba que acabou sendo campeão na grande final – o enredo era Pai Xangô.
Em 1982, matriculou-se na Escola de Música Villa-Lobos.
Em 1986, mudou-se para Nova Campinas, Duque de Caxias (RJ).
Em 1997, ingressou na ala de compositores da Grande Rio, lá permanecendo até o ano de 2002.
Jorge Ferreira é um dos fundadores do G.R.B.C. Esperança de Nova Campinas e foi o primeiro presidente da ala de compositores.
Jorge Ferreira também acumulava o cargo de vice-presidente da agremiação de Nova Campinas.
Como compositor (no Esperança) Jorge Ferreira foi campeão de samba-enredo nos anos de 2004 / 2009 / 2010 / 2012.
Chegou a disputar também no Unidos da Independência (Petrópolis) e na Escola de Samba Paraíso do Tuiuti.
Atualmente Jorge Ferreira é também Diretor do Conselho Fiscal da Federação de Blocos do Estado do Rio de Janeiro.

domingo, 16 de novembro de 2014

Especial / Jane Duboc

Jane Duboc Vaquer / + 16/11/1950 Belém, PA

Cantora. Compositora / Destacou-se em sua cidade natal desde criança, não só como cantora mas também como esportista, tendo sido contemplada com muitas medalhas em competições estaduais de natação, voleibol, tênis e tênis de mesa. o que motivou a criação, pela Assembléia Legislativa de Belém, (...)
Em 1971, defendeu a canção "No ano 83", de Sérgio Sampaio, no VI Festival Internacional da Canção (Rede Globo). 
De 1972 a 1976, morou nos Estados Unidos, onde estudou na Faculdade de Música da Universidade da Geórgia (orquestração, canto lírico, flauta e arte dramática), além de atuar como cantora, compositora...

sábado, 15 de novembro de 2014

Hinos Brasileiros


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Memória / Farnésio virou Farney para fazer sucesso


Com o nome de Farnésio Dutra, um aspirante a cantor só poderia pleitear posição ao lado de artistas grandiloqüentes, como Orlando Silva. Para arrebatar outras multidões, fascinadas pelos crooners e conjuntos vocais norte-americanos, ele mudou de nome. Virou Dick Farney. Com voz aveludada e piano curtido no jazz, provou que era possível ser romântico, sensual e moderno em português. O primeiro sucesso foi Copacabana (”princesinha do mar”, samba-canção de João de Barro e Alberto Ribeiro), de 1946.
Logo assinou contrato com a cadeia de rádio NBC. Abafou nos cabarés de Nova York. Sua gravação de Tenderly (de Walter Gross) o colocou na parada de sucessos norte-americana. Ficou conhecido como “the romantic Brazilian troubador” (o trovador romântico brasileiro). Volta ao país dois anos depois. Para sua voz, Dorival Caymmi compôs Marina (”morena, Marina, você se pintou”). 

É considerado um dos semeadores da Bossa Nova. Morreu em 4 de agosto de 1987.

Campinarte Especial / Almir Sater


Almir Eduardo Melke Sater
 14/11/1956 Campo Grande, MS 
Cantor. Compositor. Violeiro / Desde os cinco anos de idade costumava ouvir pelo rádio as modas de viola cantadas por Tião Carreiro e Pardinho, Tonico e Tinoco e Délio e Delinha, ficando fascinado com o ponteio das violas. Cresceu numa família musical, onde seu avô, que era árabe, tocava instrumentos típicos em reuniões de família. (...)

Dados Artísticos

Em sua cidade natal organizou um grupo de pesquisa da música caipira e sul-americana. O grupo tocava charanga, viola e bandolim. Em seguida criou com um amigo a dupla Lupe e Lampião, adotando então o nome artístico de Lupe. Em 1978, a dupla classificou-se em quarto lugar no Festival Sertanejo na TV Record. Em 1979, foi para São Paulo, onde integrou o grupo Lírio (...)

Obras

  • A saudade é uma estrada longa (c/ Paulo Simões)
  • Água que correu (c/ Paulo Simões)
  • Aqui agora crianças (c/ Paulo Simões e Geraldo Rocca)
  • Benzinho
  • Bicho preguiça (c/ Paulo Klein)
  • Boiada (c/ Renato Teixeira)

Discografia

  • (2007) Sete Sinais • Velas • CD
  • (2006) Um violeiro toca • Som Livre • CD
  • (2004) Violeiros do Brasil II • Revivendo • CD
  • (1997) Caminhos me levem • Som Livre • CD
  • (1996) Almir Sater no Pantanal • Continental • CD
  • (1994) Terra de sonhos • Velas • CD

Shows

  • Free Jazz Festival --- Rio de Janeiro, RJ.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Campinarte Memória / João Nogueira (Ao Vivo)


Biografia
João Batista Nogueira Júnior
 12/11/1941 Rio de Janeiro, RJ 
 5/6/2000 Rio de Janeiro, RJ
Cantor. Compositor.
Nascido e criado na Rua Magalhães Couto, no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Frequentador de tradicionais botequins cariocas como o antigo "Pé na Poça", situado no bairro onde cresceu.
Sempre homenageou, em seus sambas, "as coisas simples das gentes".
Filho de músico profissional, nunca deixou de estar em contato com o (...)
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Dados Artísticos

No fim da década de 1960 já havia composto mais de 40 músicas.
Iniciou a carreira no "Festival de Juiz de Fora".
O primeiro disco, um compacto simples, trazia as músicas "Alô Madureira" e "Mulher valente", ambas de sua autoria.
Em 1968, por meio de Airto Silva, filho do saxofonista Moacir Silva, então diretor da gravadora Copacabana, conseguiu (...)
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Obras

  • "Foia" de amor (c/ Edil Pacheco)
  • Albatrozes
  • Além do espelho (c/ Paulo César Pinheiro)
  • Alô Madureira
  • Amor de fato (c/ Cláudio Jorge)
  • Amor de malandro
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Discografia

  • (2012) Samba Book - João Nogueira (vários) • Selo Musikeria • CD
  • (2012) Samba Book - João Nogueira (vários) • Selo Musikeria • DVD
  • (2012) Samba Book - João Nogueira (vários) • Selo Musikeria • Blu-ray
  • (2011) Voando na canção - de Fred Falcão (vários) • Selo Sala de Som • CD
  • (2009) João Nogueira - Especial Programa Ensaio • TV Brasil - TV Cultura SP • DVD
  • (2001) Um sonho através do espelho • Jam Music • CD
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Shows

  • Parceria (c/ Paulo César Pinheiro). RJ. (1994)
  • João Nogueira e Cristina Buarque. Seis e Meia - Teatro Carlos Gomes, RJ, (1984)
  • O Homem dos Quarenta. Teatro Clara Nunes, RJ, (1982)
  • João Nogueira apresenta Ivor Lancellotti. Sala Funarte, RJ, (1979)
  • Espelho. Teatro João Caetano, RJ, (1977)
  • E Lá Vou Eu. Teatro Senac, RJ, (1974)
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. Driblando a censura - De como o cutelo vil incidiu na cultura. Rio de Janeiro: Editora Gryphus, 2002.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB, a história de um século. Rio de Janeiro: Atrações Produções Ilimitadas/MEC/Funarte, 1997.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações, 2003.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
  • CABRAL, Sérgio. Elisete Cardoso - Uma vida. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, S/D.
[Saiba Mais]

Crítica

João Nogueira é puríssima madeira de lei, para quem vale o velho, gasto e mentiroso adjetivo “insubstituível”. E por quê? Simplesmente porque ele era titular de estilo tão pessoal que dele ousaria dizer: não teve pais nem deixou filhos. Ou seja, original de verdade, na arte do canto e do ser carioca.
João Nogueira, (...)
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João Nogueira - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Dicas e Fatos do Samba / Paulinho da Viola


Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ
Compositor. Cantor. Instrumentista.
Filho de Benedito César Ramos de Faria, violonista do conjunto Época de Ouro.
Desde criança conviveu com músicos como Pixinguinha e Jacob do Bandolim, que freqüentavam sua casa. Embora seu pai quisesse que o filho seguisse outra carreira que não a de músico, começou a estudar violão (...)
Logo que entrou na Portela, em 1963, compôs "Recado", com Casquinha. Neste mesmo ano, Hermínio Bello de Carvalho, que o conhecera nas rodas de choro e era um dos incentivadores de sua carreira, o apresentou a Cartola. A partir de então, foi convidado para se apresentar no Zicartola (restaurante de Dona Zica e Cartola na Rua da Carioca, no Centro do Rio de Janeiro), tocando violão (...)

sábado, 8 de novembro de 2014

Campinarte Seresta - Parte 01

Francisco Petrônio & Dilermando Reis

Ave Maria Do Morro
Carinhoso
Deusa Da Minha Rua
Lábios Que Beijei
Meus Tempos De Criança
No Rancho Fundo
Pierrot

Francisco Petrônio

(Francisco Petrone)

 8/11/1923 São Paulo, SP 
 18/1/2007 São Paulo, SP

Cantor. Compositor / Foi motorista de táxi. Foi chamado pelo apresentador de Tv Airton Rodrigues de "A voz de veludo do Brasil". 
Começou a carreira artística já com 37 anos de idade, em 1960, quando era motorista de táxi e ao transportar o amigo e radialista Nerino Silva, disse que gostaria de cantar. O amigo levou-o então para um teste nas Emissoras Associadas no qual foi aprovado e contratado por um período de 2 anos. Em 1961, começou a atuar profissionalmente nas Rádio e TV Tupi de São Paulo. No mesmo ano, gravou (...) [Saiba Mais]

Dilermando Reis

(Dilermando dos Santos Reis)


 22/9/1916 Guaratinguetá, SP 
 2/1/1977 Rio de Janeiro, RJ

Violonista. Compositor / Começou a estudar violão com o pai, o violonista Francisco Reis, ainda na infância. Em 1931, aos 15 anos de idade, já era conhecido como o melhor violonista de Guaratinguetá. Neste mesmo ano, assistindo a um concerto do violonista Levino da Conceição, que se apresentava na cidade, tornou-se seu aluno e seu acompanhador, seguindo-o em suas excursões. 
Um dos mais importantes violonistas brasileiros, atuou como instrumentista, professor de violão, compositor, arranjador, tendo deixado uma obra vultuosa, versátil, composta de guarânias, boleros, toadas, maxixes, sambas-canção e principalmente de valsas e choros. Iniciou sua vida profissional aos 18 anos de idade. Segundo seu relato ao Jornal do Brasil "Naquela época as lojas de instrumentos (...) [Saiba Mais]

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Campinarte de Volta no Tempo / Gilberto Milfont

João Milfont Rodrigues
 7/11/1922 Lavras da Mangabeira, CE 
Cantor. Compositor. / Ainda na adolescência, integrou regional onde atuava ao lado de Zé Cavaquinho (Zé Meneses). Contam que sua voz na época se assemelhava muito à voz de Carmen Miranda. Durante o período de dois anos, fase de mudança de voz, afastou-se das atividades artísticas. Já como adulto, seu modelo musical foi Orlando (...)

Dados Artísticos

Sua primeira apresentação pública ocorreu em 1936, quando se apresentou no programa Hora infantil na PRE - 9, levado por um tio.Em 1938, voltou a se apresentar no programa na PRE - 9. Como os lançamentos de discos feitos no Rio de Janeiro demoravam a chegar ao Ceará, de maneira curiosa, buscou uma alternativa para que seu repertório não ficasse ultrapassado: (...)

Obras

  • Despeito (c/ Mary Monteiro)
  • Esquece
  • Fui tolo
  • Não devemos mais brigar (c/ Milton de Oliveira)
  • Reverso (c/ Marino Pinto)
  • Talvez (c/ Marino Pinto)

Discografia

  • (1963) Arlequim palhaço/Cremilda • Continental • 78
  • (1963) Vou gelar esta mulher/Falso pagador de promessas • Chantecler • 78
  • (1960) Vida/Enquanto a cidade dorme • RGE • 78
  • (1959) Cabrocha Maria/Timidez • RGE • 78
  • (1959) A cara não ajuda/Deixa a vida me bater • RGE • 78
  • (1959) Juca/Estela • RGE • 78

Bibliografia Crítica

  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999.

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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