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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Especial / Rita Lee

Rita Lee Jones
* 31/12/1947 São Paulo, SP
Cantora. Compositora. Instrumentista / Filha de imigrantes italianos e norte-americanos, desde nova demonstrou interesse pela música. Sua mãe era pianista e sua irmã mais velha ouvia discos de artistas como João Gilberto, Paul Anka, Dolores Duran, Connie Francis e Tito Madi. Foi aluna da pianista erudita Madalena Tagliaferro. Apenas na adolescência viria a ouvir rock, através dos discos (...)
Apareceu inicialmente em 1967 no "III Festival de Música Popular Brasileira", da TV Record. Na época, integrava o grupo de rock Mutantes, indicado por Ronny Von para acompanhar Gilberto Gil na música "Domingo no parque", com arranjo de Rogério Duprat e classificada em segundo lugar no mesmo festival. No ano seguinte o grupo participou da quarta edição do mesmo festival, também realizado no (...)

Campinarte Memória / John Denver

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Especial / Cristina Buarque



Maria Christina Buarque de Holanda
 23/12/1950 São Paulo, SP
Cantora. Compositora... 
Filha do sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, autor do clássico "Raízes do Brasil" e de  Mária Amélia Alvim Buarque de Holanda.
Irmã caçula de Miúcha, Sergio, Álvaro,Chico, Piii e Ana.
Sua casa era freqüentada por diversos intelectuais e amigos de seus pais, dentre eles, Vinicius (...) [Saiba Mais]

Dados Artísticos

No ano de 1967 participou do LP "Paulo Vanzolini - Onze sambas e uma capoeira", gravado pelo selo Marcus Pereira, no qual atuou na faixa "Chorava no meio da rua". O disco foi originalmente produzido pela agência do publicitário Marcus Pereira e distribuído como brinde e mais tarde lançado comercialmente.
Em 1968, o irmão, Chico Buarque, mais velho seis anos, (...)

Obras

  • Deixa eu viver na orgia (c/ Mauro Duarte)
  • Marcha da saideira (c/ Lefê e Mauro Duarte)

Discografia

  • (2011) Sem Tostão 2... A crise continua. Canções de Noel Rosa (c/ Henrique Cazes) • Rob Digital • CD
  • (2011) O samba carioca de Wilson Baptista (participação) • Biscoito Fino • CD
  • (2010) Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia • Independente • CD
  • (2007) Cristina Buarque e Terreiro Grande Ao Vivo • Independente/Tratore • CD
  • (2003) Um ser de luz - saudação à Clara Nunes • Deckdisc • CD
  • (2002) Acertos de contas de Paulo Vanzolini • Biscoito Fino • CD

Shows

  • “Sem Tostão” - homenagem a Noel Rosa (c/ Henrique Cazes) (2011) Sala Funarte Sidney Miller, Rio de Janeiro
  • Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia (2010) Bar do Alemão, SP.
  • Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia (2009) Teatro FECAP, SP.
  • Cristina Buarque e Terreiro Grande (2007) Teatro FECAP, SP
  • Cristina Buarque e grupo Dobrando a Esquina. Sala Funarte Sidney Miller, RJ.
  • Ganha-se pouco, mas é divertido. Teatro João Caetano, RJ.

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • COUTINHO, Eduardo Granja. Velhas histórias, memórias futuras. Rio de Janeiro: Editora Uerj, 2002.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (Ed.). Enciclopédia da música brasileira - erudita, folclórica e popular. 1 v. São Paulo: Arte Editora/Itaú Cultural, 1977.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (Ed.). Enciclopédia da música Brasileira - erudita, folclórica e popular. 3. ed. São Paulo: Arte Editora/Itaú Cultural/Publifolha, 1998.
  • MONTE, Carlos e VARGENS, João Baptista M. (Ilustrações Lan). A Velha Guarda da Portela. Rio de Janeiro: Editora Manati, 2001.

Especial / Renata Arruda


João Pessoa, PA
Cantora. Participou, em João Pessoa, do Coral da Universidade da Paraíba.

Dados Artísticos

Morou em Brasília, onde iniciou sua carreira profissional a partir de um show com Altamiro Carrilho.
Em 1989, foi contemplada com o prêmio de Cantora Revelação de Brasília.
Dois anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro.
Em 1993, participou, como cantora, da trilha sonora da novela "Fera ferida" (Rede Globo). Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro CD, "Traficante de ilusões", (...)


Discografia

(1999) Um do outro • BMG • CD
  • (1996) Renata Arruda • MZA/PolyGram • CD
  • (1993) Traficante de ilusões • Warner/MZA • CD


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Especial / Elomar Figueira de Mello

Elomar Figueira Mello / * 21/12/1937 Vitória da Conquista, BA

Cantor. Compositor. Violeiro. Nascido em família tradicional de fazendeiros da Zona da Mata do Itambé e da região do Mata - de - Cipó, de Vitória da Conquista, iniciou-se na música ainda criança, acompanhando os cantos das festas religiosas, a música dos cantadores, violeiros e repentistas do sertão. Mudou-se para Salvador, onde estudou (...)

Dados Artísticos / Com seu canto, inspirado no falar sertanejo e com sua construção musical inspirada na tradição trovadoresca da Idade Média, é também apontado, por seus admiradores como menestrel. Foi definido por Vinícius de Moraes como um príncipe da caatinga. Seus discos são considerados referência da música regional. [Saiba Mais]


Especial / Altamiro Carrilho


Altamiro Aquino Carrilho / * 21/12/1924 + 15/08 2012 
Santo Antônio de Pádua, RJ
Instrumentista. Compositor / Filho de Lyra de Aquino Carrilho e Octacilio Gonçalves Carrilho, cirurgião dentista que gostava de ajudar as pessoas menos favorecidas. Membro de uma família de oito irmãos, entre eles, o flautista Álvaro Carrilho. Seu avô materno, Carlos Manso de Aquino, era tão apaixonado por música que ao nascer sua (...) 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Especiais / Roberta Sá

Nasceu em Natal (RN) em 19 de dezembro de 1980. Aos nove anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde mora até hoje. Aos 16, começou a frequentar aulas de canto. Aos 20 anos, tornou-se aluna de Vera Maria do Canto e Melo. O marco zero de sua carreira foi um show no Mistura Fina, no Rio, em 2002. O preparador vocal Felipe Abreu estava lá e virou seu parceiro e amigo.
Felipe indicou o músico Rodrigo Campello para produzir uma primeira “demo” da cantora, com o arranjador Paulo Malaguti. O trabalho chegou às mãos de Gilberto Braga, que a convidou para gravar “A Vizinha do Lado”, de Dorival Caymmi, como tema da novela “Celebridade”.
Em 2004 veio o primeiro disco, “Braseiro”, com produção de Rodrigo Campello e a direção de voz e coro de Felipe Abreu. “O repertório é uma declaração de amor à música popular brasileira. Pelo menos a que eu conhecia até aquele momento. É um álbum de memórias musicais afetivas. Foi aí que começou minha formação profissional, através do convívio com músicos e artistas fabulosos”, diz Roberta. Ney Matogrosso, MPB-4 e Pedro Luís e A Parede foram os convidados.
“Que Belo Estranho Dia Pra Se Ter Alegria”, o segundo disco, foi lançado em 2007. Lenine, Carlos Malta e Pife Muderno, Hamilton de Holanda Silvério Pontes e Zé da Velha foram os convidados especiais. “Tenho a sorte de ter gravado os discos que quis, com as pessoas que escolhi”, diz ela.
Dois anos depois, Roberta Sá reuniu o repertório dos dois primeiros álbuns no show “Pra Se Ter Alegria”, que contou com a direção do cantor e compositor Pedro Luís e da jornalista Bianca Ramoneda. A apresentação resultou em um DVD dirigido pela Samba Filmes e um CD que reúne sucessos como “Alô Fevereiro”, “Interessa?”, “Janeiros”, “Mais Alguém”, “Eu Sambo Mesmo” e “Agora Sim”. Um ano após o lançamento, Roberta ganhou o prêmio de DVD de Ouro.
O projeto seguinte de Roberta Sá nasceu numa conversa na Lapa. Em 2010, ela se juntou ao Trio Madeira Brasil (de Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo do Bandolim) e gravou “Quando o Canto é Reza”, homenagem ao compositor baiano Roque Ferreira. O disco tem coco, maxixe, samba carioca, maracatu, samba-de-roda e 13 canções do compositor – oito delas, inéditas.
No final de 2011, Roberta ultrapassou a marca de 200 mil discos vendidos,
com dois CDs e um DVD de Ouro. Apresentou, no ano passado, mais de 100 shows em vários estados brasileiros e em Portugal.
“Segunda Pele”, de 2012, é seu quinto disco.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Campinarte Memória / Luiz Gonzaga


Luiz Gonzaga do Nascimento
 13/12/1912 Exu, PE 
 2/8/1989 Recife, PE



Biografia

Cantor. Compositor. Sanfoneiro. Conhecido como o Rei do Baião. Sua mãe Ana Batista, conhecida como Santana, era descendente, embora não totalmente reconhecida, dos Alencar, fundadores da cidade de Exu. Seu pai, Januário, era lavrador e reconhecido sanfoneiro na região. Casaram-se em 1909, indo morar no Baixio dos Doidos, hoje conhecido como Timorante, um povoado (...)
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Dados Artísticos

Em 1940, no Rio de Janeiro, depois de algum tempo tocando em bares no Mangue e, em seguida, na Lapa, começou a freqüentar os programas de calouros "Calouros em desfile" de Ary Barroso na Rádio Tupi e "Papel carbono" de Renato Murce, na Rádio Clube. O sucesso nos programas de calouros entretanto não chegava e Gonzaga continuou a apresentar-se nos bares do Mangue e da (...)
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Obras

  • A dança do Nicodemos (c/ José Marcolino)
  • A letra I (c/ Zédantas)
  • A morte do vaqueiro (c/ Nelson Barbalho)
  • A mulher do Lino (c/ Miguel Lima)
  • A mulher do sanfoneiro (c/ João Silva)
  • A puxada (c/ João Silva)
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Discografia

  • (2003) Despedida • Revivendo • CD
  • (2001) Volta pra curtir • RCA/BMG • CD
  • (2001) Duetos com Mestre Lua-Gonzagão e convidados • BMG • CD
  • (2001) Luiz Gonzaga e Carmélia Alves ao vivo • BMG • CD
  • (1995) Meu pé de serra • Revivendo • CD
  • (1994) Sanfona dourada • Revivendo • CD
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Shows

  • 1972 - Teatro Tereza Rachel - Rio de Janeiro.
  • 1977 - Com Carmélia Alves - Teatro João Caetano - Rio de Janeiro.
[Saiba Mais]

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • DREYFUS, Dominique. Vida do viajante. A saga de Luiz Gonzaga. Editora 54, 1997.
  • ECHEVERRIA, Regina. Gonzaguinha e Gonzagão. Ediouro.2006
  • FONTELES, Bené (org.). O rei e o baião. Ministério da Cultura, Recife, 2010.
  • KHOURY & VIEIRA, Simon e Jonas. Gonzagão Gonzaguinha - encontros e desencontros. Rio de Janeiro, 2012.
  • KHOURY, Simon e VIEIRA, Jonas. Gonzagão Gonzaguinha - encontros e desencontros. Rio de Janeiro, 2012.
[Saiba Mais]

Crítica

Gonzaga não é só o melhor dentre todos os cantores de alma sertaneja, mas também o mais importante cantor-músico-compositor que o nordeste já produziu. Exagero? Pelo contrário, estou sendo até muito reservado em lhe avaliar a justa dimensão. Até porque Gonzaga não é só gênio do nordeste, é gênio (...)
[Saiba Mais]

Especial / Cátia de França


Cátia de França

Catarina Maria de França Carneiro
* 13/12/1947
Compositora. Cantora. Instrumentista. Escritora / Desde pequena se interessou por música. Ainda jovem, aprendeu a tocar piano, violão, sanfona, flauta e percussão. Trabalhou como professora de música. Por essa época, meados da década de 1970, começou a compor com seu primeiro parceiro, o poeta Diógenes Brayner, participando de diversos (...)

No final da década de 1960, viajou para a Europa, integrando um grupo folclórico. Em 1970, ao voltar para o Brasil, gravou um compacto duplo com algumas músicas vencedoras de festivais estaduais da Paraíba. Logo depois, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu músicos e compositores radicados naquele estado, como Zé Ramalho, Shangai, Amelinha e Sivuca. (...)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Campinarte Memória / Frank Sinatra


Nascimento: 12 de dezembro de 1915, Hoboken
Falecimento: 14 de maio de 1998, Los Angeles

Blue Eyes (Olhos Azuis), The Voice (A Voz), Frankie... esses são alguns dos apelidos de Frank Sinatra, considerado por muitas pessoas o grande cantor do século XX. Nascido em Nova Jérsei, o imigrante de italianos não foi apenas grande na música. Sinatra foi um dos primeiros cantores a ganhar o status de 'celebridade', ao arrastar fãs por onde passava, antes mesmo de Elvis Presley e os Beatles.

Na calçada da fama, The Voice deixou duas estrelas marcadas: uma por sua carreira na música e a outro pelo trabalho na Tv americana. Casado quatro vezes (Nancy Barbato, Ava Gardner, Mia Farrow e Barbara Marx), Sinatra teve três filhos: Nancy Sinatra, Frank Sinatra Jr. e Tina Sinatra
O que impressionou muitos críticos e fãs era o fato de Sinatra desenvolver técnicas vocais sofisticadas sem qualquer treinamento. Não é à toa que sua voz marcante gravou alguma das músicas mais cantadas do século XX, como My Way, Fly Me To The Moon, The Way You Look Tonight, I've Got You Under My Skin, New York, New York e tantas outras.

Sua filmografia também é extensa, reunindo mais de cinquenta aparições, como em 'From Here To Eternety, com a qual recebeu o Oscar.




Sinatra ajudou a popularizar a bossa nova no mundo, ao lançar um disco com Tom Jobim, Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim. Sua versão em inglês para Garota de Ipanema é marcante.

Fonte: com Wikipédia


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Soy Loco Por Ti América / Carlos Gardel

Passei a tomar conhecimento de Carlos Gardel por causa da minha avó. Falando em avó – sou um privilegiado. Tive o prazer de conhecer os meus avós por parte de mãe e por parte de pai, e mais, tive ainda o prazer de conhecer duas bisavós e dois bisavôs. Em outra oportunidade falarei mais sobre as minhas experiências com meus avós e bisavós.
A minha avó que gostava de Carlos Gardel era a mãe da minha mãe. Ela além de música gostava muito de cinema – adorava cinema – e assistiu a alguns filmes estrelados por Carlos Gardel. E quando a ele se referia era sempre em tom de admiração, veneração, descrevia detalhe por detalhe do sorriso, gestos, da maneira como ele olhava para “mocinha apaixonada”, etc., etc,. Ela se lembrava de Carlos Gardel e embarcava numa espécie de sonho e eu pegava uma carona e baseado em seus relatos eu sentia a pulsação vibrante do tango... E Gardel... Nunca mais me saiu da cabeça. (Huayrãn Ribeiro)
Carlos Gardel (Tacuarembó ou Toulouse, 11 de dezembro de 1890 — Medellín, 24 de junho de 1935) foi o mais famoso dos cantores de tango argentino, país ao qual chegou aos dois anos de idade.
Seu lugar de nascimento constitui uma questão controversa. Alguns sustentam que Gardel teria nascido no interior do Uruguai no departamente de Tacuarembó baseando-se em alguns documentos e matérias jornalísticas de época. Outros dizem que Gardel teria nascido na cidade francesa de Toulouse como Charles Romuald Gardès, filho de pai ignorado e de Berthe Gardès (1865-1943). Gardel era esquivo sobre o tema e quando indagado dizia: “Nasci em Buenos Aires aos dois anos e meio de idade”.
Cantor e ator celebrado em toda a América Latina pela divulgação do tango. Inicia-se como cantor ainda jovem com o nome artístico de El Morocho, apresentando-se em cafés dos subúrbios da capital argentina. Sua primeira interpretação formal se dá no Teatro Nacional de Corrientes, no qual também se apresenta Don José Razzano, com quem forma uma parceria por vários anos. Pela sensualidade de sua voz, que se presta muito bem à interpretação da milonga – gênero precursor do tango – torna-se conhecido a partir de “Mi noche triste” 1917.
Morte
Gardel morreu num desastre de avião durante uma turnê, em Medellín, na Colômbia. Seus restos mortais encontram-se no Cemitério de la Chacarita na capital argentina.
Carreira musical
Gravou mais de novecentas canções, entre tangos, fox-trots, fados, pasodobles e músicas folclóricas, vendendo milhares de discos na América Latina e Europa.

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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