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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 31 de janeiro de 2015

Memória / Miltinho

Milton Santos de Almeida
31/1/1928 Rio de Janeiro, RJ
7/9/2014 Rio de Janeiro, RJ
Cantor. Instrumentista. Faleceu aos 86 anos de idade, de parada cardíaca, no Hospital do Amparo, no Rio Comprido, zona norte do Rio de Janeiro, onde estava internado. 

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Dados Artísticos

Na década de 1940 participou como ritmista e vocalista de quatro importantes grupos musicais: Cancioneiros do Luar, Namorados da Lua, Anjos do Inferno que chegou a viajar aos Estados Unidos acompanhando Carmen Miranda e Quatro Ases e Um Coringa. De 1950 a 1957, foi crooner da Orquestra Tabajara, de Severino Araújo, e do grupo Milionários do Ritmo, de Djalma Ferreira com quem chegou (...)
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Discografia

  • (1998) Miltinho convida • Globo Columbia • CD
  • (1997) Em tempo de bolero • Movieplay • CD
  • (1986) Miltinho • Inverno e Verão • LP
  • (1976) Miltinho • Odeon • LP
  • (1974) Miltinho • Odeon • LP
  • (1973) Dóris, Miltinho e charme-Vol. 4 • Odeon • LP
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Série Meus Momentos - Vários Artistas

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Campinarte Memória / Dercio Marques


Dercio Marques
1946 Minas Gerais
24/06/2012 Salvador, BA

24/06/2012 Salvador, BA
Apresentou-se em diversas cidades do interior acompanhado da irmã Dorothy.
Lançou o primeiro disco em 1977, pelo selo Marcus Pereira, com o título de "Terra, vento, caminho", no qual interpreta entre outras, "O menino", de Atahualpa Yupangui, com adaptação sua, "As curvas do rio", de Elomar, "Glória de Sá", de sua autoria e "Árvore", sua e de Chico Gaudio.  Em 1979, lançou pelo selo Copacabana o disco "Canto forte-Coro da primavera", do qual tomaram parte os músicos Oswaldinho do Acordeom e Heraldo, ex-integrante do Quarteto Novo.

 

Contou também com a participação da Orquestra de Violeiros de Osasco que tocou a toada brejeira "Natureza", de Dino Franco. Destacam-se ainda no disco, as composições "Sabiá", de João do Vale, Luis Di França e José Candido, "Arrumação", de Elomar,  "Decisão", do próprio Dercio e Manuel Bezerra, "Pobre do cantor", do cubano Silvio Rodrigues com adaptação de Dercio Marques e "Companheiro", conto do folclore mineiro recolhida por Chico Alves da Silva, entre outras. Como produtor lançou a cantora Diana Pequeno e o violeiro Elomar.
Em 1983, lançou o disco "Fulejo", pela Copacabana, com as faixas "Namorada do cangaço", de César Teixeira, "Fulejo", dele próprio, "Malambo", dele com Ricardo Zenon Morel, "O Pinhão na amarração", de Elomar, "Brasil caboclo", de Tonico e Walter Amaral, "Serra da Boa Esperança", de Lamartine Babo, "Ranchinho Brasileiro", de Elpídio dos Santos, "Lua sertaneja", de Adauto Santos e Gilberto Karan, "Disco voador", de Palmeira; além de "Mineirinha", de Raul Torres, e "Flores do Vale", dele próprio com João Bá, que tiveram participação especial de Doroty Marques; "Riacho de areia", uma adaptação de Maria Lira, que teve participação de Doroty Marques, Genésio e Erivaldo; "Você vai gostar", de Elpídio dos Santos, com participação especial de Parê; e "Cantiga da serra", de Hilton Accioli, com participação especial de Titina.  Em 1996, lançou o disco de música infantil "Monjolear", com Doroty Marques, de forma independente. O CD contou com participação especial de 240 alunos da Escola da Criança (Espaço de Adolescer), de Uberlândia (MG), e trouxe as faixas "Meninos", de Juraildes da Cruz, "Duerme negrito", música folclórica da América Central, "Projeto beija-flor", de Doroty Marques com alunos da antiga 4ª Série, "Os carneirinhos", de Hélio Contreiras, Cecília Meirelles e Xangai, "Fazenda maluquinha", de Lúcio Eustáquio Alves, "Era uma vez", dele com José Agostin Coytisolo, "Batuque dos meninos do cerrado", de Marcos da Silva "Cazuza, "Formiguinha", de Loni Rosa, "Rap do Cerrado", de Doroty Marques e alunos da antiga 3ª Série, "Rap do adolescer", de Doroty Marques e alunos da antiga 5ª Série, "Não jogue lixo no chão", de Vital Farias, "Ciranda", de Manuelito, "Ser criança", de Darlan Marques, "Os carneirinhos", dele com Cecília Meirelles e Darlan Marques, "Tributo a um casarão", de Lúcio Eustáquio Alves, "Monjolear", de alunos da pré-escola, "Meninos II", de Juraildes da Cruz, e "Cânticos", dele com Gildes
Bezerra; além das músicas folclóricas  "Bem-te-vi", "Passarinho de amor", "Sabiá laranjeira", "Cantiga de ninar", "12 Congo (Tá caindo fulô)", "Dois cantos de caiapó", "Embola embola", "Folia de reis" e "Cânticos".    O álbum foi indicado no mesmo ano para o prêmio Sharp de melhor disco infantil. Em 2000, lançou o disco "Cantos da Mata Atlântica", com Daniela Lasalvia, Luiz Perequê e Doroty Marques, também de forma independente. O álbum apresentou as músicas "Orelha de pau", de Luiz Perequê, "Mata Atlântica", de Caio Mattoso, "Ave Maria do mato", de Luiz Perequê, "Matança", de Jatobá, "Os grilos são astros", de Rosinha de Valença, "Sons da mata", de Noel Andrade, Doroty Marques, Érica Gisel e alunos do Colégio Marista Nossa Senhora da Glória (de Porto Alegre, RS), "Beira-mar, beira de rio", de Luiz Perequê, "Sem garça não tem graça", de Luiz Perequê, "S.O.S Atlântica", de Filipe P. de Nóbrega e Jacqueline Guidon, "Encanto Caiçara", de Luiz Perequê, "De mar em mar", de Doroty Marques e alunos do Colégio Santista (de Santos, SP), "Sempre viva", de Dennis de Lima e Dalla, "Pocinho dos cristais", de Luiz Perequê, "4 Manacá da serra", de Luiz Perequê, "Chia, pia, canto agora", de Noel Andrade, Doroty Marques, Érika Gisel e alunos do Colégio Marista Arquidocesano, "Bicho do mato", de Amanda Rizzo Cicolo e Jorge Roberto, "O homem arvoredo", de Jatobá, "Aguariana", de Doroty Marques e alunos do Colégio Marista Nossa Senhora da Glória, "Não jogue lixo no chão", de Vital Farias, "Bate na madeira", do Colégio Santista, "Depende de nós", de Luccas Fantinato Trevisan e Leandro Roberto Alves, "Tema da Juréia", de Doroty Marques, "Quem foi?", de Ieda Pacini, Adriana Maurício, Adriana Ramos, Rosana Vieira, Andréa Kuchiniski e Andréa Mendonça, e "Da cor da brasa", de Hilton Acioli. Em 2011, foi convidado, ao lado de Genésio Tocantins, Pereira da Viola e Irmãs Galvão para participar, como intérprete, do Projeto/ Porgrama  “Brasil Clássico Caipira”, apresentado na TV Brasil. O programa foi composto de uma série dividida em 5 episódios, que apresentou um total de 22 composições consideradas clássicas do cancioneiro caipira, passando por diversas épocas, e teve curadoria do pesquisador Adelzon Alves, projeto musical de Rildo Hora, apresentação de Antonio Grassi, e arranjos de Joaquim França.


 

Campinarte Memória / Lúcio Alves



Lúcio Ciribelli Alves
 28/1/1927 Cataguases, MG 
 3/8/1993 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Cantor. Compositor. Instrumentista / Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro quando tinha sete anos de idade. Começara a aprender violão um ano antes, estimulado pelo pai, que era maestro da Banda de Cataguases. Atraído pelo repertório de Orlando Silva, interpretou, aos nove anos de idade, no programa radiofônico de Barbosa Júnior, a (...)
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Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística com apenas 14 anos de idade, em 1941, quando formou o grupo vocal e instrumental Namorados da Lua. Era não só o crooner e o violonista, mas também o arranjador. O grupo apresentou-se nos cassinos Copacabana e Atlântico. Ainda em seu primeiro ano, venceu o concurso de calouros no  programa de Ary Barroso, na Rádio Tupi, do Rio (...)
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Obras

  • Baião de Copacabana (c/ Haroldo Barbosa)
  • Brumas
  • Buenos Aires
  • Casinha pequena
  • De conversa em conversa (c/ Haroldo Barbosa)
  • Eu já disse
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Discografia

  • (1988) Há sempre um nome de mulher • LP
  • (1986) Romântico • Inverno & Verão • LP
  • (1978) Dóris Monteiro e Lúcio Alves no Projeto Pixinguinha • Coronado/EMI-Odeon • LP
  • (1975) Lúcio Alves • RCA Victor • LP
  • (1974) MPB ao vivo • LP
  • (1964) Bossa session • Elenco • LP
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Bibliografia Crítica

  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular Edição do autor. Rio de Janeiro, 1965.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. Editora: 34. São Paulo, 1999.
  • VASCONCELLO, Ary. Panorama da Música Popular Brasileira - volume 2. Editora: Martins. Rio de Janeiro, 1965.
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Lúcio Alves - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Campinarte Especial / Djavan ao Vivo

Biografia

Djavan Caetano Viana
 27/1/1949 Maceió, AL 
Cantor. Compositor. Aos 16 anos de idade, começou a tocar violão. Dois anos depois, passou a integrar o grupo vocal Luz, Som, Dimensão (LSD), com o qual se apresentava em clubes, praças, igrejas e palanques, cantando e tocando músicas dos Beatles.
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Dados Artísticos

Em 1973, mudou-se para o Rio de Janeiro, iniciando carreira profissional como crooner da casa noturna Number One. Nessa época, foi contratado pela Som Livre como intérprete de outros autores em trilhas de novelas da TV Globo. Durante três anos, gravou músicas para "Os ossos do barão", "Super Manoela", "Fogo sobre terra" e "Gabriela". Atuou também como crooner (...)
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Obras

  • A carta (c/ Gabriel o Pensador)
  • A ilha
  • A rota do indivíduo (c/ Orlando Morais)
  • Açaí
  • Acelerou
  • Acerto de contas
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Discografia

  • (2012) Rua dos Amores (Djavan) – Luanda/Universal - CD
  • (2011) Ária (Djavan) - Luanda Records/Biscoito Fino – DVD
  • (2011) Ária ao vivo (Djavan) - Luanda Records/Biscoito Fino – CD
  • (2010) Ária (Djavan) – Luanda Records/Biscoito Fino - CD
  • (2007) Matizes (Djavan) • Luanda Records • CD
  • (2005) Na pista, etc. (Djavan) • Luanda Records • CD
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Shows

  • Djavan. Avery Fischer Hall. Nova York, EUA.
  • Participação no Festival de Montreux, Suíça.
  • Djavan. Turnê no Japão.
  • Djavan. Turnê nos Estados Unidos, Europa e Japão.
  • Djavan. Turnê pela Europa.
  • Djavan. Teatro João Caetano. Rio de Janeiro.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
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Crítica

Ouvir Djavan sempre foi uma experiência pouco usual desde que ele começou a carreira, vindo das Alagoas há mais de 20 anos. E por qual razão? Simplesmente pela originalidade de seus versos soltos e desparafusados, que permitem viagens estético-poéticas com várias interpretações e cargas. Mas não é somente isso. Djavan criou, (...)
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Djavan - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

De volta no tempo / Chico Cesar

Francisco César Gonçalves nascido em Catolé do Rocha na Paraíba, aos dezesseis anos foi para João Pessoa, onde se formou em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, enquanto participava do grupo Jaguaribe Carne, que fazia poesia de vanguarda.

Aos 21, mudou-se para São Paulo.

Trabalhando como jornalista e revisor de textos, aperfeiçou-se no violão, multiplicou as composições e formou seu público.

Hoje, possui carreira artística de repercussão internacional. Suas canções são poesias de alto poder de encanto lingüístico.
     
Em 1991, foi convidado para turnê pela Alemanha, e o sucesso o animou a deixar o jornalismo para dedicar-se somente à música. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a apresentar-se na casa noturna paulistana Blen Blen Club.
     
Em 1995 lançou seu primeiro disco, "Aos vivos".
Em 2005 lançou seu primeiro livro: "Cantáteis, cantos elegíacos de amizade"

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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