Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

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Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

História mostra que o frevo veio da palavra ferver e contou com a influência da capoeira | Radioagência Nacional


Lucas Pordeus León
O frevo já faz as ruas de Pernambuco ferver há pelo menos 110 anos. O ritmo é o preferido dos gigantescos carnavais de Recife e Olinda, cidades irmãs siamesas onde não existe carnaval sem frevo.

O cantor, compositor e instrumentista pernambucano Antônio Carlos Nóbrega conta que o frevo, ao contrário do samba, no Rio de Janeiro e do axé, em Salvador, é a trilha sonora do carnaval em Recife.

Não se sabe a data certa que o ritmo surgiu, mas a palavra frevo apareceu na imprensa a primeira vez em 1907, mas sabe-se que ainda no final do século 19 o ritmo já estava nas ruas.

A palavra frevo veio do ferver, que se transformou em 'frever', até chegar no frevo. Música rápida e frenética, que não deixa ninguém parado.

O maestro Ademir Araújo, o famoso maestro Formiga, de 74 anos, é uma das lendas vivas do frevo de Pernambuco. O maestro conta que o frevo é uma mistura de ritmos, mas excluí qualquer influência do jazz.

Segundo o músico, o frevo começou com antigas bandas que tocavam os gêneros dobrado ou fanfarras, em Recife. O maestro disse que a influência dos capoeiristas que acompanhavam os desfiles foi fundamental para construção do frevo.

Inspirados nos movimentos da capoeira, os instrumentistas do frevo se tornaram inseparáveis da dança. Hoje, o passista de frevo faz uma dança extremamente dinâmica para acompanhar o ritmo, ou é o ritmo que acompanha o passista?

Elasticidade, força e liberdade marcam a dança do frevo com os saltos e agachamentos acrobáticos. Para se equilibrar, os passistas usam as famosas sombrinhas de frevo.

Na origem, eram usadas pelos capoeiristas como armas disfarçadas para se defenderem. Isso em uma época que a capoeira era proibida. Mas, hoje, se tornaram alegorias que acompanham o ritmo.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Domingo de carnaval terá eclipse solar | Radioagência Nacional


Victor Ribeiro
Neste domingo, um bloco diferente vai sair nas ruas de mais da metade do país. É o bloco dos admiradores do eclipse solar. O auge do fenômeno será por volta das 11 e meia da manhã, no horário de Brasília.

Mas, dessa vez, os brasileiros só vão conseguir ver uma parte do sol coberta pela sombra da lua. Quanto mais ao sul, maior a sombra.

Somente em alguns países da África e no extremo sul da América o sol ficará totalmente encoberto. Como a Lua está mais distante da Terra e não conseguirá cobrir o sol completamente, nesses locais será possível ver um anel de fogo formado em volta do satélite.

Quanto mais ao sul, mais o sol estará encoberto pela sombra da lua. Em Brasília, serão 16%. Quem estiver pulando o Carnaval em Salvador vai ver a sombra cobrir um terço do sol. No Rio de Janeiro e em São Paulo, cerca de 40%. Já os gaúchos que moram em Chuí, extremo sul do Brasil, vão ver 70% do sol tomados pela sombra da lua.

Na região da Amazônia Legal, será possível acompanhar o eclipse em apenas duas capitais: Cuiabá e Palmas, onde 10% do sol ficarão encobertos. Mas no próximo eclipse solar, no dia 21 de agosto, só os moradores do Norte do país conseguirão ver o sol totalmente encoberto.

Mas atenção: não olhe diretamente para o sol. O brilho pode causar danos permanentes à visão, mesmo se a pessoa usar chapa de raio-x, óculos escuros ou filme fotográfico.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

G. R. E. S. Império Serrano


Fundada a 23 de março de 1947, a Império Serrano surgiu a partir de um grupo de dissidentes da Escola de Samba Prazer da Serrinha, em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro. A escola Prazer da Serrinha era dirigida por Alfredo Costa, cujo estilo ditatorial acabou gerando desentendimentos com várias pessoas, como Mano Décio da Viola, integrante da Ala dos Compositores. Este, ao lado de Silas de Oliveira, havia composto o samba "Conferência de São Francisco" para o carnaval de 1946 mas, em cima da hora, Seu Alfredo resolveu que a escola desfilaria com outro samba. A escola acabou desclassificada e os descontentes Mano Décio da Viola, Silas de Oliveira, Sebastião de Oliveira (Molequinho), Oscarino Luiz dos Santos, entre outros, em reunião na casa de Dona Eulália do Nascimento, fundaram a Império Serrano. Foi Antenor quem sugeriu o verde e o branco para as cores da bandeira. A escola veio a ser campeã em 1948 (do então Grupo Único), com o enredo "Homenagem a Castro Alves" ou ainda como ficou conhecido o enredo "Antônio Castro Alves". Neste desfile, apresentou-se com todos os integrantes fantasiados, coisa inédita até então. Calixto introduziu o prato metálico e a frigideira de cozinha como instrumento de percussão. Sua mulher, Olegária dos Anjos, foi quem introduziu as fantasias de luxo(destaques) nas escolas de samba. A Império Serrano também ganhou o campeonato do ano seguinte, com "Tiradentes", de Mano Décio da Viola, Penteado e Estanislau Silva. Em 1949 desfilou com o enredo "Exaltação a Tiradentes" pelo grupo das escolas de samba integrantes da FBES. Em 1950, conquistou o tricampeonato com "Sessenta e um anos de República", samba-enredo de autoria de Silas de Oliveira. Chegou ao tetra-campeonato em 1951, com "Batalha naval do Riachuelo", de Mano Décio da Viola, Penteado e Molequinho. Ambos os desfiles organizados pela FBES. No ano de 1952 não houve julgamento, mas o enredo da ecola foi "Homenagem à Medicina", desfilando no Ggrupo 1. Em 1953 sagrou-se a vice-campeã do Grupo 1 com o enredo "O ùltimo Baile da Corte Imperial". No ano de 1954 desfilou no Grupo 1 (então Grupo Especial) com o enredo "O Guarani", sagrando-se vice-campeã. No ano de 1955, com "Exaltação a Duque de Caxias", de Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira, a escola foi campeã novamente. No ano seguinte, repetiu o feito com "O caçador de esmeraldas", de Silas de Oliveira. Foi vice-campeã em 1957 com o enredo "Exaltação a Dom Joãqo VI". No ano seguinte, em 1958 foi outra vez vice com o enredo "Exaltação à Bárbara Heliodora". Em 1959 classificou-se em terceiro lugar no Grupo 1 com o enredo "Brasil Holandês". No ano de 1960, o samba-enredo "Medalhas e brasões", de Mano Décio e Silas de Oliveira, teve de ser alterado, porque a embaixada do Paraguai não gostou das referências a seu herói Solano Lopez, tratado como ditador. Nesse ano, depois de muita confusão, a Império Serrano foi considerada campeã junto com outras quatro escolas. Em 1961 desfilou com o enredo "Movimentos Revolucionários do Brasil" classificando-se em quarto lugar no Grupo 1. No ano de 1962 sagrou-se vice-campeã do carnaval carioca do Grupo 1 com o enredo "Rio dos Vice-Reis". No ano seguinte, em 1963 desfilou com o enredo "Rio Ontem e Hoje", classificando-se em terceiro lugar no Grupo 1 (grupo da primeira divisão do carnaval carioca). No ano de 1964 a escola classificou-se em 4º lugar com o samba-enredo "Aquarela brasileira", de Silas de Oliveira. Este samba-enredo é considerado, por muitos, como um dos mais bonitos de todos os tempos, sendo, até hoje, um dos mais executados. No ano seguinte, em 1965, outro samba-enredo da escola também foi apresentado ao público, obtendo grande sucesso: "Os cinco bailes da história do Rio", de Dona Ivone Lara, Silas de Oliveira e Bacalhau, que deu a escola o vice-campeonato naquele ano. Em 1966 a escola desfilou com o enredo "Glória e Graça da Bahia", classificando-se em terceiro lugar do Grupo 1. No ano de 1967 sagrou-se vice-campã do carnaval carioca com o enredo "São Paulo, Chapadão de Glórias". No ano seguinte, em 1968, desfilou com o enredo "Pernambuco, Leão do Norte", do carnavalesco João Bittencourt Castelo Branco, galgando o vice-campeonato naquele ano. Em 1969, desfilou com o samba-enredo "Heróis da liberdade", de Silas de Oliveira, Mano Décio e Manuel Ferreira, que teve a palavra "revolução" censurada e trocada por "evolução". A escola clasificou-se em quarto lugar com o enredo criado por Acir Pimentel e Swayne Moreira. Em 1970 desfilou com o enredo "Arte em Tom Maior: Debret", dos caranvalescos Acir Pimentel e Swayne Moreira, que deu a escola o oitavo lugar. No ano de 1971 a escola desfilou com o enredo "Nordeste: Seu Povo, Seu Canto, Sua Glória", criado por Fernando Pinto, classificando-se em terceiro lugar no Grupo 1 (Grupo Especial da época). A escola tornou a vencer o desfile em 1972, com o enredo "Alô, alô, taí Carmen Miranda", enredo do carnavaleco Fernando Pinto. Em 1973: segundo lugar no Grupo 1 com o enredo "Viagem encantada Pindorama adentro"; 1974: terceiro lugar no Grupo 1 com o enredo "Dona Santa Rainha do Maracatu"; 1975: terceiro lugar no Grupo 1 com o enredo "Zaquias Jorge, do subúrbio, estrela de Madureira"; 1976: sétimo lugar no Grupo 1 com o enredo "A lenda das sereias rainha do mar"; 1977: sexto lugar no Grupo 1 com o enredo "Brasil, berço dos imigrantes"; 1978: sétimo lugar no Grupo 1-A com o enredo "Oscarito, carnaval e samba, uma chanchada no asfalto"; 1979: segundo lugar no Grupo 1-B com o enredo "Municipal maravilhoso, 70 anos de glória"; 1980: quinto lugar no Grupo 1-A com o enredo "Império das ilusões - Atlântida, Eldorado, sonho e aventura"; 1981: décimo lugar no Grupo 1-A com o enredo "Na terra do pau-brasil, nem tudo Caminha viu". Em 1982, tendo como carnavalescas Rosa Magalhães e Lícia Lacerda, ganhou o título do carnaval com o enredo "Bumbum Paticumbum Prugurundum", de Aluízio Machado e Beto Sem Braço, que, literalmente, caiu na boca do povo. No ano de 1983 ganhou em terceiro lugar no Grupo 1-A com o enredo "Mãe baiana mãe"; 1984: segundo lugar no Grupo 1-A com o enredo "Foi malandro é"; 1985: quinto lugar no Grupo 1-A com o enredo "Samba, suor e cerveja, o combustível da ilusão"; 1986: terceiro lugar no Grupo 1-A com o enredo "Eu quero"; 1987: terceiro lugar no Grupo 1-A com o enredo "Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica"; 1988: sétimo lugar no Grupo 1 com o enredo "Pára com isso, dá cá o que é meu"; 1989: décimo lugar no Grupo 1 com o enredo "Jorge Amado - Axé Brasil"; 1990: décimo primeiro lugar no Grupo Especial com o enredo "História da nossa história"; 1991: décimo quinto lugar no Grupo Especial com o enredo "É por aí que eu vou"; 1992: terceiro lugar no Grupo 1 com o enredo "Fala Serrinha sou eu mesmo sim senhor"; 1993: segundo lugar no Grupo 1 com o enredo "Império Serrano, um ato de amor"; 1994: décimo sexto lugar no Grupo Especial com o enredo "Uma festa brasileira"; 1995: décimo quinto lugar no Grupo Especial com o enredo "O tempo não pára"; 1996: sexto lugar no Grupo Especial com o enredo "E verás que um filho teu não foge à luta"; 1997: décimo quinto lugar no Grupo Especial com o enredo "O mundo dos sonhos de Beto Carreiro"; 1998: primeiro lugar no Grupo 1-A "Sou ouro negro da Mãe África"; 1999: décimo terceiro lugar no Grupo Especial com o enredo "Uma rua chamada Brasil"; 2000: desfilou com o enredo "Os canhões de Guararapes"; 2001: desfilou com o enredo "O Rio corre pro mar". Em 2002, desfilou no Sambódromo com o samba-enredo "Aclamação e coroação do Imperador da Pedra do Reino: Ariano Suassuna" de autoria de Aluízio Machado, Maurição, Lula, Carlos Senna e Elmo Caetano, tendo como puxador oficial da escola Carlinhos da Paz, classificando-se em 9º lugar do grupo especial. Neste mesmo ano, em julho, foi assassinado o Diretor de Bateria, Mestre Macarrão (Antônio Carlos Soares de Araújo, 47 anos), em emboscada no Morro da Serrinha, sendo o corpo velada na quadra da escola, em Madureira. No ano de 2003 desfilou com o samba-enredo "E onde houver trevas... Que se faça a luz" de autoria de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena, Aluizio Machado e Elmo Caetano. Em 2004, ao lado da Tradição, Portela e Viradouro, foi uma das Escolas de Samba que optou em comemorar o 20º aniversário do Sambódromo, quando foi construída a "Passarela do Samba", levando para a avenida sambas-enredo anteriores a 1984. O Império Serrano escolheu o samba-enredo "Aquarela brasileira", de Silas de Oliveira, puxado pelo intérprete Nego, classificando-se em 9º lugar no Grupo Especial. Em 2005 desfilou com o samba-enredo "Um grito que ecoa no ar - homem - natureza, o perfeito equilíbrio", de Marcão, Marcelo Ramos e João Bosco, tendo como intérprete Nego, classificando-se em 12º lugar no Grupo Especial. Ainda em 2005, Tia Eulália (Eulália de Oliveira, irmã de Gradim e Sebastião Molequinho), uma das personalidades da escola, faleceu aos 96 anos, sendo velada na quadra da escola. No ano de 2006 a escola desfilou com o samba-enredo "O Império do Divino", de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena, Aluízio Machado e Elmo Caetano, puxado por Nego, classificando-se em 8º lugar. Em 2007 a escola ficou em 12º lugar, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso, mesmo com o samba-enredo "Ser diferente é normal - o Império Serrano faz a diferença no Carnaval", assinado por importantes nomes do samba, tais como Arlindo Cruz, Maurição, Aluísio Machado, Carlos Senna e João Bosco. No ano de 2008, com releitura de um enredo do ano de 1972, "Alô, alô, taí Carmen Miranda", de Fernando Pinto, a escola sagrou-se campeã do Grupo de Acesso com o samba-enredo "Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim", de Marcão, Marcelo Ramos, Vando Diniz, Chupeta, Henrique Hoffmann, William Black, Celso Ribeiro e Zé Paulo, sendo promovida para desfilar no Grupo Especial no ano de 2009. Os carnavalescos Márcia Lavia e Renato Lage, que também atuaram no Salgueiro, foram os autores do enredo. Entre os nomes que se destacam na história da escola estão Dona Ivone Lara, Aniceto do Império, Antônio dos Santos (Mestre Fuleiro), Elói Antero Dias, João de Oliveira (João Gradim), Zacarias da Silva, Dona Eulália do Nascimento, Aluízio Machado, Beto Sem Braço, Arlindo Cruz e a dupla de compositores Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. A escola tem como presidente de honra um dos baluarte da escola: Sebastião de Oliveira (Mulequinho). Em 2009 a escola classificou-se em 12º lugar do Grupo Especial desfilando com a seguinte formação: presidente Humberto Soares Carneiro; diretor de carnaval Waltinho Honorato; carnavalesca Márcia Lávia; mestre de bateria Átila; rainha de bateria Quitéria Chagas; mestre sala Diego Machado; porta bandeira Jacqueline Gomes; comissão de frente João Wlamir; enredo "Lenda das sereias e os mistério do mar"; autores do samba enredo Vicente Matos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso; intérpretes Nego e Gonzaguinha. A escola reeditou os amba enredo do carnaval de 1976, ainda assim, como a última colocada do Grupo Especial, foi rebaixada para o Grupo de Acesso A. Em 2010 desfilou com o enredo "João das ruas do Rio", de Rosa Magalhães, classificando em sexto lugar no Grupo de Aceso A. No ano de 2011 desfilou com o samba-enredo "A Benção, Vinicius", de autoria de Aluízio Machado, classificando-se em sexto lugar com o enredo criado pelo carnavalesco Alexandre Colla. No ano de 2015 a escola classificou-se em terceiro lugar no Grupo de Acesso Série A. BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006. AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
dicionariompb.com.br/g-r-e-s-imperio-serrano

"NORDESTE: SEU POVO, SEU CANTO E SUA GENTE"

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

CD Samba Enredo 2017 - OFICIAL - Grupo Especial - Carnaval Carioca.

Especial / G. R. E. S. Acadêmicos do Grande Rio


Escola fundada a 22 de setembro de 1988, tendo na sua bandeira as cores vermelha, verde e branca. Sua sede fica na Rua Almirante Barroso, 5, em Duque de Caxias, cidade da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Formada pela fusão das Escolas Acadêmicos de Caxias e Grande Rio, além de integrantes de blocos carnavalescos da região, tendo como principal deles o GRBC Lambe Copo.
Na fundação da Escola estavam presentes Antônio, Milton Perácio, Hélio Ribeiro de Oliveira e de alguns membros da família Soares da Silva.
Tem como presidente de honra Jaider Soares e como padrinho o deputado Messias Soares.


Vale lembrar suas principais colocações no Grupo Especial e seus respectivos enredos, segundo o livro "Carnaval - Seis mil anos de história", de autoria de Hiram Araújo,  foram:
1991, décimo quinto lugar no Grupo Especial, com o enredo "Antes, durante e depois, o despertar do homem";
1992, primeiro lugar no Grupo 1, com o enredo "Águas claras para um rei negro";
1993, nono lugar no Grupo Especial, com  o enredo "No mundo da lua ";
1994, décimo segundo lugar no Grupo Especial, com o enredo "Os santos que a África não viu";
1995, décimo sexto lugar no Grupo Especial, com o enredo "Estória para ninar um povo patriota";
1996, décimo primeiro lugar no Grupo Especial, com o enredo "Na era dos Felipes, o Brasil era espanhol";
1997, décimo lugar no Grupo Especial, com o enredo "Madeira-Mamoré, A volta dos que não foram, lá no Guaporé";
1998, oitavo lugar no Grupo Especial,  com o enredo "Luís Carlos Prestes - O Cavaleiro da Esperança";
1999, sexto lugar no Grupo Especial, com o enredo "Ei, ei, ei, Chateau é o nosso rei".



A partir do ano de 2000, com a saída do carnavalesco Max Lopes (transferindo-se para a Mangueira), a Grande Rio convidou o carnavalesco Joãosinho Trinta, que nos anos posteriores levou a escola ao nível das grande escolas do Grupo Especial. Neste mesmo ano de 2000, a escola classificou-se em Nono lugar no Grupo Especial, com o enredo "Carnaval à vista";
2001, desfilou com o enredo "Gentileza "X", o profeta do fogo".
Em 2002, desfilhou com o samba-enredo "Os papagaios amarelos nas terras encantadas do Maranhão" de autoria de Alaílson Cruz e Agenor Neto. Seu puxador oficial é Quinho. A escola classificou-se em 7º lugar no Grupo Especial, conseguindo aclamação popular por seu enredo e criatividade de seu carnavalesco Joãosinho Trinta.
No ano de 2003 desfilou com o samba-enredo "O nosso Brasil que vale", de autoria de Mingau, Marco Moreno e Derê.
Em 2004, horas antes da apuração oficial a diretoria da escola demitiu o carnavalesco Joãosinho Trinta. Com o samba-enredo "Vamos vestir a camisinha, meu amor" (Marco Moreno, Mingau, Derê e Djalma Falcão), puxado por Wander Pires, a escola classificou-se em 10º lugar no Grupo Especial.
No ano de 2005 desfilou com o samba-enredo "Alimentar corpo e alma faz bem!", de Barbeirinho, Competência, Bitar, Marcelinho Santos, Levi Dutra, Licinho Júnior, Derê, Mingal, Leleco e Ciro, tendo como  intérpretes Wander Pires. Com esse enredo consagrou-se em terceiro lugar com 398, 6 pontos.
Em 2006 classificou-se em 2º lugar com o samba-enredo "Amazonas, o Eldorado é aqui", de Márcio das Camisas, Mariano Araújo, Gilbertinho e Professor Elísio, puxado na avenida por Bruno Ribas. 


No ano de 2007 a escola foi a vice-campeã com o samba-enredo "Caxias - O Caminho do Progresso, um Retrato do Brasil", de autoria de Márcio das Camisas, Professor Elísio, Mariano Araújo e Robson Moratelli e que prestou homengagem à cidade. A escola ainda contou com vários destaques, entre os quais Zeca Pagodinho, o ator José Wilker revivendo Tenório Cavalcanti, conhecido como o "Homem da Capa Preta", as atrizes Betty Lago, Fernanda Lima e Nívea Stelmann, a apresentadora Ana Maria Braga e os atores Raul Gazolla e Marcos Paulo e ainda contou com a atriz Grazi Massafera como Rainha da Bateria.
Em 2008 classificou-se em 3º lugar no Grupo Especial com o enredo do carnavalesco Roberto Szanieck e o samba-enredo "Do verde de coarí vem meu gás, sapucaí!", de Arlindo Cruz, Mingau, Emerson Dias, Maurição, Carlos Sena e Edu da Penha, tendo como intérprete Wander Pires.
No ano de 2009 a escola classificou-se em 5º lugar no Grupo Especial com enredo em homenagem à França e samba-enredo de autoria de Deré, Emerson Dias, Rafael Ribeiro e Mingau. A escola desfilou com a rainha de bateria Paola Oliveira; mestre sala e porta bandeira Sidclei e Squel; mestre de bateria Odilon, pesquisa de Hiram Araújo; carnavalesco Cahê Rodrigues; diretor de carnaval Milton Perácio e presidente Hélio Ribeiro de Oliveira.
No ano de 2010 a escola foi vice-campeã do Grupo Especial com o samba-enredo "Das arquibancadas ao camarote nº 1, um Grande Rio de emoções na Apoteose do seu coração", de autoria de Barberinho, Mingau, G. Martins, Arlindo Cruz, Emerson Dias, Levi Dutra, Carlos Sena, Chico da Vila, Da Lua, Isaac, Rafael Ribeiro e Juarez Patoja, tendo como intérprete o cantor Wantuir e como carnavalesco Cahê Rodrigues.
Em 2011 a escola desfilou com o samba-enredo "Y-JURERÊ MIRIM - A Encantador Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)", de Edispuma, Licinho Jr., Marcelinho Santos e Foca, tendo como intérprete Wantuir. As escolas Grande Rio, Portela e União da Ilha tiveram seus barracões destruídos por um grande incêndio ocorrido em fevereiro, na Cidade do Samba, poucas semanas antes do carnaval. Por decisão do Prefeito do Rio, Eduardo Paes, o secretário municipal de Turismo e presidente da Riotur, Antônio Pedro Figueira e a diretoria da LIESA em conjunto com os presidentes das Escolas de Samba do Grupo Especial, todas as três escolas prejudicadas desfilaram "hors concours", isto é, sem a avaliação dos julgadores.


Em 2012 a escola, no carnaval carioca, classificou-se em 5º lugar, no Grupo especial, com o samba-enredo "Eu Acredito em Você. E Você?", Edispuma, Licinho Jr., Marcelinho Santos e Foca.
No ano de 2013 o G. R. E. S. Acadêmicos do Grande Rio classificou-se em 6º lugar no desfile do Grupo Especial das escolas de samba, do Rio de Janeiro, com o enredo "Amo o Rio e vou à luta: Ouro negro sem disputa... Contra a injustiça em defesa do Rio", do carnavalesco Roberto Szaniecki, tendo como Diretores de Carnaval a dupla Milton Perácio e Tavinho; como Diretor de Harmonia Tavinho Novelo, Mestre de Bateria Ciça; Rainha da Bateria Carla Prata; Mestre Sala Luiz Felipe e Porta Bandeira Verônica, em samba-enredo composto por Mingau, Junior Fragga, Deré, Mingauzinho e Arlindo Neto, interpretado na avenida por Emerson Dias. BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Esteio Editora, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
ARAÚJO, Hiram. Carnaval - Seis milênios de história. Rio de Janeiro: Editora Gryphus, 2000.

G. R. E. S. Acadêmicos do Grande Rio - Dados Artísticos - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Especial / Esperança de Nova Campinas

Dicas e Fatos do Samba / Difícil é o Nome / Carnaval - 2017


Confira a sinopse da Difícil é o Nome para o Carnaval 2017

G.R.E.S. Difícil é o Nome - Carnaval 2017
"Difícil é não amar! Quadrilha do Sampaio
60 anos de história na cultura popular"



SINOPSE DO ENREDO
A ti, Carmem Perrotta querida... (In Memorian)
Eu vou contar aqui uma linda história. E na carona do "Era uma vez..." apresento a rainha da cultura popular Carmem Perrotta e o reino de brincantes da Quadrilha do Sampaio. E o principal elemento desta história é o amor, aquele sentimento que faz o coração bater mais forte, provoca um friozinho na barriga, cria expectativas, nos faz ficar noites em claro pensando em como surpreender o outro, nos convida a viajar pro reino do faz de conta, e que é visceral, sem medida e sem limite.
Ah, o amor... Ele pode surgir de várias formas e de onde menos se imagina. Ele pode chegar de mansinho, fazer alarde, dizer a que veio ou entrar em nossas vidas sem pedir licença. Mas uma coisa é certa: uma vez verdadeiro, o amor ultrapassa barreiras, elimina obstáculos e, sim!, dura pra sempre!
O amor, na sua mais pura essência, pode passar de pais pra filhos; dos filhos pros amigos; e destes pra tantos outros que surgirem pelo caminho. É assim que se cria elos no coração e se forma uma corrente do bem.
O amor é mágico e a sua magia não tem explicação. Sua trilha sonora pode ser diversificada e seus personagens podem surgir ao longo da estrada, cada um com a sua história. E a magia começa quando os caminhos se cruzam e todos passam a sonhar um mesmo sonho. É assim que se começa uma linda história de amor...
E a que eu vou contar aqui aconteceu num reino não muito distante de nós: o bairro do Engenho Novo, Zona Norte do Rio de Janeiro, local onde fica a Paróquia Nossa Senhora da Conceição. Foi lá que a carioca Carmem Perrotta, uma religiosa de carteirinha, recebeu a missão do padre Alexandre Língua, em 1956, de organizar a festa junina da igreja e ensaiar o grupo de dança.
Festa produzida, personagens criados, pares de dança formados, passos marcados e às vésperas do evento, um desfalque pra abalar a estrutura emocional de qualquer organizador: a noiva caipira, irmã de Carmem e que faria par com Ivan Gonçalves, um nordestino baixinho e muito gaiato, desistiu do “casório”. Carmem não pensou duas vezes: vestiu-se de noiva e foi pro altar com aquele que seis anos mais tarde, e cinco matrimônios caipiras depois, tornou-se o companheiro de toda uma vida. E foram 46 anos de casamento, dois filhos queridos, muitos quadrilheiros amigos e total dedicação à cultura popular e aos serviços sociais.
E foi assim, numa mesma festa, que nasceu o amor de Carmem e Ivan na vida real, a paixão do casal pelos festejos juninos e o grupo de dança da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, que 21 anos depois tornou-se a Quadrilha do Sampaio, um dos mais antigos grupos de dança de roça do Brasil e o mais tradicional do gênero em atividade. Uma genuína referência folclórica!
Mas o Engenho Novo também conheceu a Carmem cidadã, solidária, generosa e guerreira. Muito ligada à comunidade, ela brigava pelos problemas dos moradores do bairro como se fossem seus. E foi durante as “xepas” que fazia na feira livre da região, entre gritos de feirantes e burburinho de fregueses, que ela conheceu as histórias e as dificuldades dos vizinhos. E além das sacolas repletas de produtos a preços mais baratos, Carmem sempre voltava pra casa com um punhado de problemas alheios pra tentar resolver. E de ouvinte pra conciliadora foi um pulo!
Carmem também era amante do Carnaval. Frequentadora assídua da quadra da Difícil É O Nome, nos ensaios costumava ser uma espécie de diretora de harmonia informal. Além disso, desfilou por 13 anos na ala das baianas da Estação Primeira de Mangueira, sua outra escola do coração. Prestativa, ela ainda arrumava tempo para confeccionar fantasias para os amigos foliões que a procuravam. E da sua máquina de costura ganharam vida incontáveis melindrosas, baianinhas, ciganas, índios e piratas que se eternizaram no carnaval de rua do Rio de Janeiro.
Mas a nossa dama do folclore expandiu ainda mais o seu território: por muitos natais ela foi o Papai Noel tão aguardado pela criançada do bairro. E para manter viva a magia e o encanto da festa, nunca permitiu que a sua identidade fosse revelada. Carmem também criou presépios, que ficavam expostos na varanda sua casa e sempre eram inaugurados durante a passagem da procissão de sua santa de devoção, Nossa Senhora da Conceição, no dia 8 de dezembro. Uma verdadeira lição de amor às tradições populares retratada através de Reis Magos, menino Jesus, Maria, José e pastorinhas que entoavam cânticos natalinos num universo colorido e iluminado. Uma tradição que até hoje é mantida pelos herdeiros da nossa rainha e que continua encantando quem passa pelo local.
Do casamento de Carmem e Ivan nasceram Márcio Perrotta e Ana Paula que, para o orgulho dos pais, formaram o casal principal da quadrilha durante 22 anos. Atualmente o patriarca acompanha as histórias do grupo, contadas pelo seu primogênito. A Ana Paula também já não dança mais, porém está sempre por perto pro que der e vier. E Carmen não está mais entre nós fisicamente: ela desencarnou no dia 8 de janeiro de 2011, mas deixou um legado incontestável e muitas histórias pra contar. Mas, quem é do grupo dos brincantes garante: ela continua reinando absoluta e iluminando cada tema escolhido, cada passo ensaiado. E lá do alto, ela acompanha, orgulhosa, seu filho Márcio dando continuidade ao que ela começou.
Hoje, o nosso “Era uma vez...” pede passagem ao Carnaval 2017 pra escrever mais um capítulo desta linda história de amor. O G.R.E.S. Difícil É O Nome convida você, amante da folia carnavalesca e dos festejos juninos, a comemorar junto com a agremiação os 60 anos da Quadrilha do Sampaio e a aplaudir a cidadã Carmem que dedicou toda uma vida à cultura popular.
E o nosso encerramento não poderia ser outro, senão este: ... E no reino dos brincantes, os componentes da Quadrilha do Sampaio, para orgulho do Seu Ivan e Ana Paula, conduzidos pelo príncipe herdeiro Márcio, protegidos pela padroeira Nossa Senhora da Conceição, eternizados pela Difícil É O Nome e abençoados por Carmem Perrotta, continuam perpetuando os ensinamentos da rainha-mãe. Até porque de dança, amor e união, essa turma entende muito bem! E em ritmo de samba-enredo e tendo a passarela da Estrada Intendente Magalhães como cenário, quadrilheiros e sambistas prometem escrever, juntos, um novo final feliz. Porque...
SOBRE A QUADRILHA DO SAMPAIO
A Quadrilha do Sampaio foi fundada no dia 24 de junho de 1956 por Carmem Perrotta. Além de passos bem marcados, cenários primorosos e personagens inesquecíveis, desde a sua criação o grupo sempre se preocupou em desenvolver temas alusivos a nossa cultura popular. Os figurinos dos componentes também são um espetáculo à parte, seja pela beleza das roupas ou pela riqueza dos detalhes.
Ao longo dos anos, Carmem criou apresentações que se tornaram verdadeiras aulas de folclore popular e que fizeram história nos festejos juninos do Rio de Janeiro. Como não falar do trenzinho, do moinho, do carrossel de flores, da Cruz de Malta, do passaraio, da âncora e do pau de fitas? Passos que até hoje arrancam aplausos aonde quer que sejam mostrados!
O reconhecimento por tanto empenho e dedicação faz com que a agenda dessa turma viva lotada. A Sampaio já representou a cidade e o estado do Rio de Janeiro, e até mesmo o Brasil, nos mais variados eventos pelo país afora.
E os convites para participações especiais também não param de chegar! Não é de hoje que estes quadrilheiros arretados dão consultoria, gravam comerciais e clipes musicais, dividem bastidores e palcos com artistas consagrados e desfilam em escolas de samba. Isso só pra citar alguns trabalhos.
A quadrilha também já bateu ponto em novelas e documentários de televisão. Sem contar a presença constante nos telejornais e as incontáveis matérias e entrevistas nos principais veículos de comunicação. Tudo proporcional aos 60 anos de história sempre dedicados à cultura e à tradição.
Assim são os nossos brincantes: incansáveis, inquietos, guerreiros, apaixonados e apaixonantes. Sempre prontos pra uma nova temporada e sempre prontos pra surpreender. Esses fiéis escudeiros da nossa cultura popular, para alegria da eterna rainha Carmem Perrotta, faz tempo que ultrapassaram o reino do faz de conta. E do bairro do Engenho Novo, onde tudo começou, para o mundo, apresento uma família chamada amor, mas que também atende pelo nome de Quadrilha do Sampaio.
PESQUISA E TEXTO: DENISE CARLA
CONSULTORIA: MÁRCIO PERROTTA

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Campinarte Instrumental / Victor Biglione

Victor Biglione
* 20/2/1958 Buenos Aires, Argentina 
*Entre 1973 e 1984 integrou diversas bandas de rock e blues, entre as quais Eletroplástica, a banda de rock-progressivo Acidente Mágico, da qual também faziam parte Omar Cavalheiro (baixo), Chico Sá (flauta) e Sérgio (bateria), o grupo Fruto, banda especializada em blues, com André Tandeta (bateria), Omar Cavalheiro (voz), Irapuan (guitarra), Zé Nogueira (...)


Dados Artísticos

Entre 1973 e 1984 integrou diversas bandas de rock e blues, entre as quais Eletroplástica, a banda de rock-progressivo Acidente Mágico, da qual também faziam parte Omar Cavalheiro (baixo), Chico Sá (flauta) e Sérgio (bateria), o grupo Fruto, banda especializada em blues, com André Tandeta (bateria), Omar Cavalheiro (voz), Irapuan (guitarra), Zé Nogueira (...)


Obras

  • 193 delícias
  • ABC Paulista (Parque Industrial)
  • Aguerê (c/ Marcos Ariel e Marcos Suzano)
  • America Paloma
  • Ayahuasca
  • Back Bay


Discografia

  • (2016) Mercosul • Selo Guitarra Brasileira • CD
  • (2015) Marcos Valle & Victor Biglione - Live in Montreal • Rob Digital • CD
  • (2014) Violão de aço Brasil • Gravadora Guitarra Brasileira/Distribuição Tratore • CD
  • (2013) Splendid Brazil - Andy Summers e Victor Biglione • Selo VBR • CD
  • (2013) The gentle rain - Ao vivo • Gravadora Rob Digital • CD
  • (2012) Quintal Brasil - Poemas, Letras & Convidados (Participação) • Selo Ipê Mundi Records/Noruega • CD


Shows

  • (1983) A Cor do Som. Circo da Gávea, RJ.
  • (1984) Escola de Samba Beija-Flor (como convidado). Casablanca e Marrakesch. Marrocos.
  • (1984) Chico Buarque (como convidado). Luna Parque. Buenos Aires. Argentina.
  • (1985) Moraes Moreira (como convidado). Rock In Rio I. RJ.
  • (1986) Victor Biglione. Jazzmania. RJ.
  • (1986) Free Jazz Festival. SP.


Clips

  • Cássia Eller e Victor Biglione. (Comemorações dos 50 anos de Janis Joplin). "Mercedes Benz" (de Janis Joplin em parceria com o poeta beatnik M. McClure). Programa "Fantástico", da Rede Globo de Televisão. (1993)


Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de Um Século. 2ª ed. Revista e ampliada, Rio de Janeiro: MEC/Funarte/Instituto Cultural Cravo Albin, 2012.
  • ALVES, Luciano. O Melhor de Victor Biglione - Histórico: Stella Caymmi. São Paulo: Irmãos Vitale Editores, 1997.
  • AMARAL, Beatriz Helena Ramos. Cássia Eller - Canção na voz do fogo. São Paulo: Escrituras Editora, 2002.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • AMARAL, Euclides. O Guitarrista Victor Biglione & a MPB. Rio de Janeiro: Edições Baleia Azul, 2009. 2ª ed. Esteio Editora, 2011. 3ª ed. EAS Editora, 2014.


Crítica

Um artista na sua maturidade profissional, assim como um fruto de vez, não nasceu assim, como todos sabemos. No entanto, quando assistimos alguém na sua plenitude artística, poucas vezes nos lembramos ou temos consciência de sua trajetória. É como se tivesse chegado a esse estágio de depuração/lapidação como se por encanto, (...)

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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