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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

domingo, 30 de julho de 2017

Memória / Rosinha de Valença


Maria Rosa Canelas
 30/7/1941 Valença, RJ 
 10/6/2004 Valença, RJ
Instrumentista (violonista). Cantora. Arranjadora. Compositora.

Sobrinha do músico Fio da Mulata, recebeu do tio as primeiras noções de violão, desenvolvendo, em seguida, sua própria técnica. Aos 12 anos de idade, já acompanhava cantores na Rádio de Valença e se apresentava, com um grupo regional, em bailes da sua cidade. Em 1960, abandonou os estudos para dedicar-se exclusivamente (...)
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Dados Artísticos

Em 1963, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu Sérgio Porto, que afirmava que a instrumentista tocava por uma cidade inteira, o que lhe valeu o nome artístico que passou a adotar desde então. O jornalista apresentou-a a Baden Powell e a Aloysio de Oliveira, que a contratou para gravar seu primeiro disco pela Elenco, "Apresentando Rosinha de Valença", que incluiu a faixa "Consolação", (...)
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Obras

  • Aproveita que deu certo (c/ Alceu Maia)
  • Araponga
  • Ave rara (c/ Thereza Tinoco)
  • Benzedeiras guardiãs (c/ Martinho da Vila)
  • Cabocla Jurema
  • Caboclo Ubiratan
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Discografia

  • (2004) Namorando a Rosa • Quitanda/Biscoito Fino • CD
  • (1980) Violões em dois estilos. Rosinha de Valença e Waltel Blanco • Som Livre • LP
  • (1977) Sivuca e Rosinha de Valença ao vivo • RCA Pure Gold • LP
  • (1976) Cheiro de mato • EMI-Odeon • LP
  • (1975) Rosinha de Valença e banda ao vivo • Odeon • LP
  • (1973) Rosinha de Valença • Som Livre • LP
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domingo, 23 de julho de 2017

Eduardo Araújo / Especial


Eduardo Oliveira Araújo
 23/7/1945 Juaíma, MG 

Cantor e compositor.

Nascido no interior de Minas, foi educado em colégio interno em Belo Horizonte. Seu pai era fazendeiro.
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Dados Artísticos

Já na capital mineira começou a cantar e a se apresentar publicamente. Em 1960 apresentou-se no programa radiofônico de Aldair Pinto. No mesmo ano, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar veterinária, carreira que abandonou para dedicar-se à música. No ano seguinte, apresentou-se em vários programas televisivos, entre eles o de Jair Taumaturgo, "Hoje é dia de rock", e o de Carlos Imperial, (...)
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Obras

  • 20 buscar (c/ Dr. Sin)
  • A aventura não termina (c/ Eustáquio Sena)
  • Alta tensão (c/ Chil Deberto)
  • Amor de verdade (c/ Dr. Sin)
  • Ao raiar de um novo dia (c/ Fernando Netto)
  • As Minas Gerais (c/ Willys)
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Discografia

  • (2005) Eduardo Araújo • CD
  • (2000) Eduardo Araújo- A aventura não termina • 528952 2 • CD
  • (1997) Meus momento II • EMI • CD
  • (1997) Pó de guaraná • Over Records • CD
  • (1996) Meus momentos • EMI • CD
  • (1994) Pegadas • Europa Music • LP
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Bibliografia Crítica

  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
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Flávio Venturini / Especial


Flávio Hugo Venturini
 23/7/1949 Belo Horizonte, MG 
Instrumentista. Cantor. Compositor.

Iniciou sua formação musical aos 15 anos, estudando acordeon e, em seguida, percepção musical e piano na Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte (MG). Mais tarde, aprimorou sua técnica, estudando composição e arranjo com Walter Smetak, Ernest Widmer, Bruno Kiefer, (...)
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Dados Artísticos

Ingressou no cenário artístico participando dos festivais de inverno nos anos de 1960.

Nos anos 1970, atuou em bailes com os grupos The Shines, os Turbulentos e Crisalis. Paralelamente, participou de festivais, como o Festival Estudantil da Canção, Festival Universitário de Belo Horizonte (classificando-se em 2º lugar) e Festival Internacional da (...)
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Obras

  • 14 Bis (c/ Hely, Sergio Magrão e Cláudio Venturini)
  • 1974
  • A cidade da luz amarela
  • A luz na minha voz (c/ Ronaldo Bastos)
  • A qualquer tempo (c/ Vermelho)
  • Abracadabra paixão (c/ Murilo Antunes)
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Discografia

  • (2013) Venturini (Flavio Venturini) – Universal Music - CD
  • (2006) Canção sem fim (Flávio Venturini) • Trilhos.Arte • CD
  • (2003) Porque não tínhamos bicicleta • Trilhos.Arte • CD
  • (2001) Linda juventude (Flávio Venturini) • Som Livre • DVD
  • (1999) Linda juventude (Flávio Venturini) • Som Livre • CD
  • (1998) Trem azul (Flávio Venturini) • EMI Music • CD
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Shows

  • Flavio Venturini. Show de lançamento do CD “Venturini” – Miranda, Rio de Janeiro (2013)
  • Flavio Venturini – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2012)
  • Flávio Venturini e Guilherme Arantes. Projeto Tom Acústico, Tom Brasil, São Paulo.
  • Canção sem fim. Show de lançamento do disco. Canecão, Rio de Janeiro.
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Bibliografia Crítica

  • VENTURINI, Flávio: O melhor de Flávio Venturini. Irmãos Vitale.
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terça-feira, 18 de julho de 2017

Baby do Brasil / Especial


Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade
 18/7/1952 Niterói, RJ 


Cantora. Compositora.

Ainda estudante, começou a tocar violão e a cantar, vencendo, aos 14 anos, um festival de música de Niterói. Em 1966, passou a adotar o nome de Baby Consuelo (modificado, na década de 1990, para Baby do Brasil). Dois anos depois, mudou-se para Salvador (BA). Nesta cidade, conheceu o guitarrista Pepeu Gomes, do conjunto Os Novos Baianos, (...)
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Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística em 1968, como integrante do conjunto Os Novos Baianos, com o qual gravou diversos discos.

Em 1978, com a dissolução do grupo, partiu para carreira solo, lançando o LP "O que vier eu traço", com destaque para "Menino do Rio" (Caetano Veloso), um de seus maiores sucessos.

No ano seguinte, gravou "Pra enlouquecer". (...)
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Obras

  • Canceriana telúrica
  • Cósmica
  • Deixa rolar (c/ Pepeu Gomes)
  • Deusa do amor (c/ Pepeu Gomes)
  • Do amor (c/ Pepeu Gomes)
  • É nessa ou nunca será (c/ Pepeu Gomes)
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Discografia

  • (2014) “Baby sucessos – a menina ainda dança”. • Coqueiro Verde. • CD
  • (2014) “Baby sucessos – a menina ainda dança”. • Uns Produções e Filmes • DVD
  • (2000) Exclusivo para Deus • Bandeira Branca • CD
  • (1997) Infinito circular • PolyGram • CD
  • (1997) Um • BMG Ariola • CD
  • (1997) Acústico-Baby do Brasil • GPA Music • CD
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Shows

  • “Acabou Chorare: os novos baianos se encontram”. (2016.) BH Hall, BH
  • “Acabou Chorare: os novos baianos se encontram”. (2016.) Metropolitan, RJ
  • “Acabou Chorare: os novos baianos se encontram”. (2016.) Citibank Hall. SP
  • “Baby sucessos” (2015) Miranda, RJ.
  • “Festival de Clipes e bandas”. (2015) Circo Voador. RJ
  • “Batucadas Brasileiras”. (2014) - Circo Voador, RJ.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • REPPOLHO. Dicionário Ilustrado de Ritmos & Instrumentos de Percussão. Rio de Janeiro: GJS Editora, 2012. 2ª ed. Idem, 2013.
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18 DE JULHO - DIA NACIONAL DO TROVADOR


Elomar, trovador da caatinga, vivente do sertão e para o sertão, nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, em 1939. Desde miudinho, ouvia menestréis camponeses, repentistas e violeiros, tocadores de Reis e sanfoneiros. Aos sete anos, faz sua violinha, de crina de animal.
Em Salvador, ouve pela primeira vez compositores ibéricos, se encanta com a música instrumental da Idade Média e vira concertista. Abandona música alheia para compor as próprias: sua terra, seu lamento, suas coisas, infância e memória. Mistura o romanceiro medieval com cancioneiro do Nordeste e divulga o falar sertanês.
“Nium dos bicho vivente parô/ qui foi dos are das água e do chão/ rã rapacuiaferrero e rodão/ todos bichim lavô/ mermo iantes da chuva/ só o bicho homem não” (Trecho da ópera Os Retirantes, em Cenas Brasileiras).
Você sabia…
… que o bode Francisco Orellana do cartunista Henfil é inspirado num dos membros do rebanho caprino de Elomar?

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Anos 60 Internacional - 21 Sucessos

SO JOVEM GUARDA MUSICAS DE SUCESSOS INESQUECÍVEL

Ronnie Von / Especial


Ronaldo Nogueira
 17/7/1947 Niterói, RJ 


Cantor. Compositor. Apresentador. Empresário. Antes de se tornar cantor, foi ator amador e se interessava por literatura e pintura. Chegou a cursar a Escola Superior da Aeronáutica e a Faculdade de Economia, sem concluí-las. Até 1964, sua formação musical passava pela música erudita, especialmente renascentista e barroca, e pelo jazz, gospels e blues, (...)
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Dados Artísticos

Iniciou a carreira se apresentando como cantor de blues e gospels em boates no Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro. Em 1965, levado por Eli Barra, membro dos Brazilian Beetles, apresentou-se no programa "BBC no Rio", de Glauco Pereira, interpretando as canções "You've got to hide your love away", de Lennon e McCartney, e "Meu bem", versão sua para "Girl", da mesma dupla. Manuel (...)
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Obras

  • Deus sul-americano (c/ Tony Osanah)
  • Meu bem (versão para Girl)
  • Minha gente amiga (c/ Antônio Pedro Costa)
  • Tranquei a vida (c/ Tony Osanah)
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Discografia

  • (1981) Sinal do tempo • Som Livre • LP
  • (1979) Nova vida/Para ser só minha mulher/É mais fácil sorrir do que chorar/Há um lugar • RCA Victor • CD
  • (1978) Rosto suado • RCA Victor • LP
  • (1977) Tranquei a vida/Com amor, com medo e com sangue • Polydor • Compacto simples
  • (1977) Ronnie Von • RCA Victor • LP
  • (1974) Banda da ilusão/Velho sermão • Polydor • Compacto simples
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Bibliografia Crítica

  • GUERREIRO, Antonio e PIMENTEL, Luiz Cesar. O Príncipe que podia ser Rei. São Paulo: Editora Planeta, 2014
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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

Rádio MEC AM

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